Alegria é fruto do Espírito posição de quem já venceu (Eliezer Rodrigues)

FÓRUNS PARA DEBATES

http://www.unimep.br/phpg/mostraacademica/anais/8mostra/5/6.pdf


8º Congresso de Pós-Graduação

 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO: A IMPORTÂNCIA E AS DIFICULDADES DAS PEQUENAS EMPRESAS EM ADOTAR UM PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ADEQUADO

 Autor(es) FRANCO KAOLU TAKAKURA JUNIOR
Co-Autor(es) MARCIO ELIDIO CAMPI SEBASTIÃO WALDIR DE SÁ JUNIOR
 Orientador(es) CLOVIS LUIS PADOVEZE


 1. Introdução 
O planejamento estratégico é uma ferramenta administrativa muito usada por grandes empresas, e na atualidade vêm sendo adotados por inúmeras pequenos empresas.Esta ocorrência se deu pelo fato do crescimento competitivo no mercado, atualmente se as empresas pararem no tempo elas não tem mais a chance de se recuperar, pois inovação e planejamento terão que ser base de suas ações, com análise constante, minuciosa e, rapidez no cumprimento do planejamento. Assim, entendemos que atualmente o planejamento estratégico é considerado uma necessidade.Assim, nossa análise é que mesmo tendo um planejamento estratégico traçado, é importante definir um modelo adequado e personalizado, buscando a profissionalização para que a estrutura possa suportar os entraves e disputas pela participação de mercado que irão acontecer, pois as multinacionais se mostram muito mais competitivas pela quantidade de capital intelectual (formulação de estratégias empresariais), capital financeiro, reserva disponível para investimento e alcance de objetivos, promovendo assim uma postura bastante agressiva para o alcance de seus objetivos organizacionais. Com este estudo, além de aprimorar conhecimentos e aprofundar na ciência da administração, cria-se uma análise pontual de administração estratégica em pequenas empresas, de forma prática 
2. Objetivos
 Os objetivos deste estudo é identificar através de pesquisas as estratégias que melhor podem auxiliar as pequenas empresas diante dos variados contextos organizacionais. Com este intuito, será apresentando uma série de definições e teorias sobre estratégias nas organizações, para permitir o desenvolvimento da pequena empresa no mundo corporativo. Assim veremos a importância da estratégia estipulada no sistema de avaliação, resultados e objetivos corporativos e propor a aplicação de uma estratégica, com o foco na organização de forma holística com combinação adequada dos tipos de competências individuais e coletivas para a organização, com base nos quesitos de maior relevância para influenciar a organização para as mudanças necessárias.Em suma, este trabalho tem a função de “ouvir” os diretores/gerentes e demais colaboradores para detectar e sugerir qual o modelo de estratégia mais viável às pequenas empresas.
 3. Desenvolvimento
 Esta nova abordagem estuda a agregação de valor entre características pessoais do dirigente e a metodologia de administração estratégica aplicada (BAMBERGER, 1983; MILLER E TOULOUSE, 1986; RICE JR. E LINDECAMP, 1989). As pesquisas de administração estratégica nas pequenas empresas têm se mostrado pouco conclusivos na amplitude do conceito, ficando um ponto em que parece haver uma tendência, os estudos diz respeito à natureza do processo de planejamento estratégico nas pequenas empresas, que tem sido exposto como incompleto, não-estruturado, desigual, esporádico, reativo, sem formalidades e pouco aprimorado (SHUMAN, 1975; SEXTON; DAHLE, 1976; SEXTON; VAN AUKEN, 1982). Nos livros criados em função de grandes empresas, os estudos avaliados revelam uma abordagem em pedaços do processo de formação de estratégia em pequenas empresas. Vários deles utilizam conceitos não tão abrangentes na disciplina do conteúdo de estratégias. Confundimos quando resumimos as conclusões dos estudos baseados nas experiências do paradigma econômico. A agregação entre estratégia, planejamento estratégico e desempenho da empresa não foi constantemente demonstrada. A desigualdade nos conceitos gera mais confusão. E diversificam-se tanto que abordagens integrativas não são possíveis.
 4. Resultado e Discussão
 Após estudos e pesquisas bibliográficas e de campo, percebemos que as maiorias das empresas não possuem um planejamento estratégico explícito, são familiares, claro não estamos afirmando isso em 100%, mas sim grande parcela delas existentes hoje, o que os autores escreveram demonstram alguns modelos interessantes, as tendências naturais que existe no ambiente de planejamento estratégico, os erros cometidos por se ter uma mentalidade muito micro – organizacional, a negação dos conflitos existentes isso teve destaque, isso acontece no dia-dia, não perceber a organização em uma visão geral por não se haver um planejamento estipulado. Porém algumas vantagens importantes merecem destaque, o comprometimento do quadro de colaboradores, a proximidade dos proprietários junto das decisões, o sentimento de pertencer ao grupo, são alguns pontos que geram em um determinado momento a força necessária para emergir, porém permanecer no negócio requer uma mudança de postura de alta administração e buscar a profissionalização do empreendimento é necessidade fundamental. Os dados foram coletados em entrevistas em diversas empresas distribuídas pelos seguintes ramos de atividades: serviços de informática; indústria de alimentação; supermercados; indústria química; indústria de confecções; lojas de vestuário; agências de turismo; transportadora; clínica médica e indústria metalúrgica. 
5. Considerações Finais
Podemos concluir que o planejamento estratégico é primordial para o desenvolvimento e crescimento das empresas, mesmo que sejam empresas de pequeno porte e comércios. Consideremos que a estratégia age para o bem da empresa, trazendo um alto nível de desenvolvimento, que vai desde a missão e visão da empresa até ao treinamento e motivação daqueles que fazem parte dela, como seus sócios, funcionários e até os clientes. Com o planejamento estratégico a empresa espera conseguir: Utilizar melhor seus pontos fortes, que poderá lhe proporcionar uma vantagem operacional. Eliminar seus pontos fracos e conhecer e usufruir melhor suas oportunidades, podendo assim evitar as ameaças externas. Com o planejamento estratégico a empresa espera conquistar o direcionamento dos esforços para os resultados comuns, que seja do interesse de todos os envolvidos; a consolidação, o entendimento dos funcionários quanto a: visão, missão, propósitos, posturas estratégicas da empresa e agenda de trabalho por um período de tempo. As empresas devem se comportar como seres vivos, devem se adaptar as mudanças que ocorrem constantemente, então o planejamento estratégico, estudará as melhores formas e os melhores caminhos a serem seguidos. Ele traçará metas dentro da visão e missão da empresa, para que estas metas sejam cumpridas. As mudanças batem a porta a cada dia com mais frequência, então a necessidade da empresa se organizar e planejar seus atos, suas atividades trará somente benefícios. E para concluir podemos considerar que o planejamento estratégico poderá agregar valores para a empresa, aumentando também seu lucro. E também demonstrada nesta pesquisa. Embora o pequeno número de entrevistados em cada ramo de atividade empresarial impeça afirmações categóricas, os resultados deste trabalho parecem mostrar que a proporção de modelos estratégicos pode variar com o dinamismo ambiental. Nenhuma medida de dinamismo ambiental corporativo foi utilizada neste estudo, porém tende indicar que os resultados desta pesquisa estão na mesma direção de outros estudos que lidaram com o quesito do dinamismo ambiental (Hambrick, 1983). Em suma, a pesquisa detectou que o gênero do entrevistado não está associado, de forma relevante, à escolha de uma estratégia competitiva, e tampouco ao desempenho das organizações pesquisadas. Este resultado, confirmam as proposições do modelo de Miles e Snow (1978), que relata que somente características de experiência profissional estão ligadas à estratégia escolhida. Não se pode deixar de mencionar algumas limitações deste estudo. Primeiramente, os dados sobre a escolha das organizações refletem apenas a percepção dos respondentes; não houve verificação direta de dados mais objetivos. Por outro lado, as questões de identificação das estratégias escolhidas, embora tenha sido testado com sucesso em outros estudos (Rickards e Gimenez, 1994), foi originalmente escrito na língua inglesa. Sua versão para o português foi testada e aperfeiçoada por meio de uma série de 6 entrevistas pilotos 

Referências Bibliográficas 

ANSOFF,H. Igor. A nova estratégia empresarial. São Paulo: Atlas, 1999. 
CANCELLIER, E. L. P. L. A formulação de estratégias em pequenas empresas: um estudo na pequena indústria catarinense. In: ENCONTRO ANUAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO. 25., 2001, Campinas. Anais. Campinas: ANPAD, 2001.
COOPER, D. R., & Schindler, Pamela S. (2004). Métodos de pesquisa em administração (7a ed.) Porto Alegre: Bookman. 
COSTA, L. S. V.; SILVA, J. F. As tipologias estratégicas “realmente” existem? In: ENCONTRO ANUAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO. 26., 2002, Salvador. Anais. Salvador: ANPAD, 2002. FÓRUM - GESTÃO NO BRASIL: ENFOCANDO PROCESSOS E RELACIONAMENTOS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS E ESTRATÉGIA EM PEQUENOS COMÉRCIOS,Neusa Rolita Cavedon - Deise Luiza da Silva Ferraz, RAE- eletrônica - v. 4, n. 1, Art. 14, jan./jun. 2005. 
MINTZBERG, H. Patterns in strategy formation. Management Science, v. 24, n.9, p. 934-948, 1978.
MILLER, D.; TOULOUSE, J-M. Strategy, structure, CEO personality and performance in small firms. American Journal of Small Business, v. 10, n. 3, p. 47-62, 1986. 
MILES, R. E. et al. Organizational Strategy, Structure, and Process. Academy of Management Review, v. 3, n. 3, p. 546-562, 1978. MILES, R. E.; SNOW, C. C. Organizational strategy, structure and process. New York : McGraw-Hill, 1978. 
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças, Planejamento Estratégico, São Paulo: 26ª edição, Atlas 2009. 
PORTER, M. E. Competitive strategy. New York : Free Press, 1980. 
KOTLER, P. (2000). Administração de marketing: a edição do novo milênio (10a ed.). São Paulo:Prentice Hall. 
SCHWENK, C. R., & Schrader, C. B. (1993). Effects of formal strategic planning on financial performance in small firms: a meta analysis. Entrepreneurship Theory and Practice, 17, 53-64. TAVARES, Mauro Calixta; Gestão Estratégica , São Paulo: Atlas, 2007.
TREGOE, Benjamin; ZIMMERMAN, John W. A estratégia da alta gerencia: o que é e como fazê-la funcionar: Rio de Janeiro: Zahar, 1982.


247 comentários:

  1. souzaoliveira95.wixsite.com/evidencie

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  2. http://larissaacampos.blogspot.com.br/

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  3. http://mariadaianess.blogspot.com.br/

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  4. http://andreaugustocorrea.blogspot.com.br/

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  5. http://clebersondiascardoso.blogspot.com.br/

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  7. http://janekellysantos.blogspot.com.br/

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  9. http://mauriciothinkingoutloud.blogspot.com.br/

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  10. https://encantadadocesfinos.blogspot.com.br/

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  11. http://muriloferraztiete.blogspot.com.br/

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  12. http://mauriciodepaulo09.blogspot.com.br/

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  13. segue link correto do meu blog:

    alineoliveira.blogspot.com

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  14. Comentário do artigo.

    Acredito que para auditoria atingir a sua eficácia, primeiramente a empresa deve trabalhar com ética fazendo os lançamentos de suas contas de forma correta.Não querendo somente demonstrar lucro para atrair novos investidores. A empresa agindo com ética, ela irá procurar o melhor profissional para analisar suas contas, e esse profissional deve ser visto pela empresa como um parceiro que irá conduzir a empresa pelo melhor caminho.

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  15. http://marcellameira.blogspot.com.br/

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  16. Para se atingir uma eficácia organizacional é preciso um trabalho ético, onde de preferencia esse serviço seja prestado por um profissional altamente recrutado, para que não haja falhas em seu processo. Atualmente, vemos muitas organizações maquiando seus resultados, o que no futuro pode acarretar sérios problemas para a mesma.
    Uma auditoria tem que ser clara, objetiva, explorar as ferramentas necessárias para diminuir falhas, ser ética, para apresentar melhores resultados futuros, mesmo com muitos colaboradores tendo receio de auditores, por ser um trabalho muito árduo e necessário que a organização passa por algum período, até mesmo para obter crescimento organizacional e gerar vantagem e benefícios diante de uma mercado tão competitivo como atualmente.

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  17. A auditoria não é uma tarefa fácil nas organizações e para se atingir um trabalho com eficiência é necessária uma transparência da organização com os seus funcionários, para que os mesmos não tenham receio de passar quaisquer tipos de informação, sendo assim também é preciso que o trabalho seja executado com ética e por um profissional de confiança. Mediante disso as empresas procuram as auditorias para que a empresa cresça diante das exigências do mercado de trabalho e diminuindo as falhas constantes.
    Os profissionais da auditoria junto com a organização precisam ser objetivos, transparentes e realistas, ou seja, trabalhando com cumplicidade irão atingir a eficiência.

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  18. Concordo com os posicionamentos descritos pelas nobres amigas de curso, e de fato o trabalho de auditar a organização não é tarefa simples e tem elevado grau de importância para o diagnóstico/panorama geral da empresa. Acredito que quando se tem dúvidas sobre a veracidade dos relatórios de auditores internos, a melhor forma de operacionalizar uma auditoria eficiente é contratando um escritório de auditoria externa. A empresa contratada não tem interesse em manipular informações e possui equipes especializadas neste tipo de trabalho. O empresário por sua vez, se contratar um escritório externo e tentar maquiar informações estará enganando a si mesmo, e certamente não contrata-se um serviço para se auto prejudicar, seria o mesmo que ficar feliz com a nota máxima em uma avaliação sabendo que as respostas da mesma não foram elaboradas por você. Sendo assim, concluo que auditoria eficiente se faz com transparência e confiança mútua entre os interessados, não esquecendo é claro da ética e moral já citados anteriormente. Por: http://souzaoliveira95.wixsite.com/evidencie - souza.oliveira95@gmail.com

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  19. Visto que a auditoria é uma das mais importantes ferramentas para o controle administrativo, o auditor necessita planejar adequadamente seu trabalho, sendo a responsabilidade e a ética imprescindível em seu caráter profissional, pois é tarefa do mesmo visar segurança patrimonial e confiabilidade nos relatórios. Para se alcançar a eficácia, a transparência e veracidade dos lançamentos da organização é de extrema importância para detectar erros e falhas ocorridas no presente, que possa vir a prejudicar a empresa futuramente, assentindo então com a ideia da Carolina que uma auditoria tem que ser clara e objetiva para atingir a eficácia e assim obter vantagem competitiva.

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  20. http://clebsonzouza.blogspot.com.br/

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  21. Diante do texto exposto, bem como do questionamento apontado, é possível determinar a importância do posicionamento da auditoria frente aos objetivos organizacionais. A auditoria deve partir de análises técnicas, no entanto embasadas em preceitos éticos, que a permitam realizar sua função em completude, ou seja, investigar, analisar, realizar seu trabalho livre de “interesses” específicos de gestores, stakeholders, apontando reais situações. Apenas dessa forma a auditoria atinge seu objetivo base, funcionando como ferramenta capaz de gerar vantagem competitiva, na medida em que, trabalhada de forma ética e responsável, possibilita maior controle de processos, documentos, análises e informações precisas que auxiliam na tomada de decisão, e, portanto, atingindo com maior eficiência os objetivos propostos. Portanto, gerindo a auditoria dessa forma, permitindo que efetue sua função sem restrições e de forma ética, sua eficiência é maximizada, e consequentemente, a eficácia organizacional é atingida e potencializada.

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  22. Segundo o Portal de Auditoria, site que se explica um pouco sobre o código de ética e normas internacionais de autoria.
    “O objetivo do Código de Ética do Instituto é promover uma cultura ética para a profissão, uma vez que a mesma se fundamenta na confiança depositada em sua avaliação (assurance) objetiva dos processos de gerenciamento de riscos, de controle e de governança corporativa.”
    O texto acima, Ética na auditoria, o auditor tende a zelar pela sua competência na execução do serviço prestado, e se for de sua ética omitir ou maquiar resultados obviamente haverá consequências.
    Sendo assim, o profissional que se sujeitar a algum ato ilegal para beneficiar a si próprio ou a organização, foge das regras e preceitos que valoriza a ética do indivíduo.

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  23. Para que a operacionalização da auditoria atinja a eficácia organizacional, é preciso que a organização olhe a auditoria como uma ferramenta de extrema importância na organização. A auditoria é uma ferramenta organizacional que precisa ser levado a sério nas organizações, com profissionais competentes para o uso da ferramenta. O auditor tem que ser ético, responsável pelos dados e informações identificados durante auditoria, e mostrar a real situação da organização com clareza e bem explicativa, para que a organização tenha ciência da real situação dos dados e informações levantadas pela auditoria.
    A auditoria não é uma função simples dentro da organização, e sim de grande complexidade e responsabilidade. O auditor precisa ser especializado em auditoria, ter responsabilidade nos dados, nas informações, nas análises, nos processos, e ser ético, seguindo o código de ética da auditoria, citado pela Eduarda no comentário acima.
    Uma auditoria eficaz na organização gera vantagem competitiva, faz a organização ter controle dos seus dados e informações para melhor tomada de decisão, e melhor controle dos custos e resultados da organização em geral.
    Portanto, após estudo da ferramenta e interpretação do texto acima para discussão, podemos perceber a importância da auditoria para atingir objetivos organizacionais e vantagem competitiva.

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  24. Toda auditoria,gera uma grande tensão, porém não é função do auditor, procurar não conformidades e desvios e nem fazer terrorismo, mas sim uma avaliação da conformidade do seus processos e buscar melhorias que possam agregar valor e consequentemente vantagem competitiva a organização.

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  26. Acredito que assim como uma empresa treina auditores internos para atender as exigências de qualidade, é fundamental a criação de auditores internos que façam regularmente auditórias internas a fim de sempre estar buscando melhoria continua dos processos e com isso atingir a eficacia organizacional.

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  27. http://viniciusmantuaneli.blogspot.com.br/

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  28. O Profissional e a Organização devem estar alinhado com a mesma estratégia, e claro visando uma estratégia limpa e eficiente, construindo assim seus resultados baseados em ética.

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  29. De fato, auditoria é de suma importância para empresa, uma vez que, mediante suas ações é que surgem eventuais problemas e consequentemente se torna uma grande ferramenta administrativa que proporciona um diferencial, ou seja, vantagem competitiva. Para que tal feito tenha eficiência, é essencial haver ética em seus atos, uma vez que, a auditoria tem um papel importante na organização, e suas ações é de extrema importância, onde ira refletir nos objetivos da empresa, onde toda informação proporcionada pela auditoria será utilizada para tomada de decisões. Fazendo um breve comparativo, auditoria pode ser comparada como um Juiz (Tribunal de Justiça), onde o papel do mesmo é coletar dados do ocorrido, analisar os fatos e dar a sentença, para tal feito e de grande importância à ética, pois, mediante sua decisão, quer seja positiva ou não, haverá um impacto para ambos os lados. Na auditoria não é diferente, porem o impacto pode se dar a falência de uma empresa, o rescindimento de vários contratos de trabalho que, consequentemente atingira alguma família que depende de tal renda, eis o motivo da ética na auditoria, informações “limpas” claras e objetivas, uma ferramenta de gestão que tem um grande impacto interno e um grande diferencial externo.

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  30. O propósito da auditoria é determinar a integridade do sistema de controle contábil das demonstrações financeiras, tendo grande responsabilidade em orientar as tomadas de decisão para atingir a eficiência e a eficácia da empresa, obtendo vantagem competitiva através de suas operações e procedimentos adotados. O profissional auditor deve colocar sua honorabilidade profissional acima de qualquer cobiça, pois, são responsabilizados por falhas, omissões, erros e/ou dolo quanto á veracidade e a forma com que realizam seu trabalho, além de prejudicar os interesses dos investidores.

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  32. A auditoria atua em todos os sistemas, setores, órgãos, departamentos e ambientes e áreas da instituição. Deste modo todos os processos podem ser analisados passo a passo, identificando os possíveis falhas, fraudes ou irregularidades parra emitir recomendações ou sugestões de ação para gerar otimização nas atividades da instituição. Os auditores devem respeitar o valor e a propriedade das informações que recebem e não divulgar informações sem a autorização apropriada, e devem trabalhar pensando no bem da instituição de forma ética.

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  33. Definição de Auditoria, segundo Crepaldi:
    De forma bastante simples, pode-se definir auditoria como o
    levantamento, estudo e avaliação sistemática das transações,
    procedimentos, operações, rotinas e das demonstrações financeiras de
    uma entidade. (CREPALDI, 2002, p. 23).
    Bom, podemos definir que realmente a auditoria realizada de forma ética e coerente traz resultados benéficos para as organizações, mas se essa ferramente não for aplicada corretamente dentro da organização, poderá resultar em consequências catastróficas para uma empresa ou qualquer outro setor. O auditor não deve, se influenciar pelo ego, de sempre achar que esta certo, pois, as vezes, as interpretações de informações podem leva lo a decisões errôneas e incoerentes para determinada situação.
    A ética é um dos principais fatores para que a auditoria seja realizada de maneira eficiente e eficaz, trazendo para a entidade benefícios que estão ocultos dentro da mesma.

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  34. A auditoria, uma ferramenta que é importante nas empresas para se atingir seus objetivos. Que deve ser tratada com ética pela empresa e o profissional que a executa, para que se tenha dados verídicos para serem trabalhados, pois sem isso nada vai adiantar se fazer uma auditoria. Assim podendo prejudicar a organização, causando problemas que podem levá-la até a falência, assim temos que tratar uma auditoria de forma profissional para que possa ser uma ferramenta que traga vantagem competitiva a organização.

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  35. O processo para atingir a eficácia organizacional e gerar vantagens competitivas não é simples, pois envolve toda a organização. A busca a algumas respostas, como onde e porque a organização está errando, inicia-se através da contratação de profissionais capacitados, auditores que realmente sejam capazes de exercer eticamente os objetivos pertinentes aos quais, dentro dos processos, trabalharão para identificar e solucionar as possíveis falhas, onde a responsabilidade será sobre estes profissionais, portanto é necessário ética nas tomadas de decisões, pois além de envolver a organização, entremeia também sua vida profissional.

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  36. Primeiramente a honestidade deve ser primordial, assim o profissional conseguirá lidar melhor com os dados obtidos para uma tomada de decisão fundamentada. Em segundo lugar usar os meios tecnológicos que dispõem no atual sistema gerencial, hoje em dia existe muitos programas, softwares e técnicas praticas que o profissional deve buscar a otimização dessas ferramentas para concluir tal êxito. Entrar num consenso com a equipe é uma das regras básicas dentro de uma auditoria, colher tais dados de forma a montar o quadro de maneira exata com o que realmente condiz, não adianta demonstrar dados falsos para obter vantagens, pois os fatos serão constatados e problemas maiores poderão surgir a longo ou a curto prazo. Deve ser feito um trabalho em equipe junto ao gestor para que atitudes sejam tomadas com eficácia.

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  37. Como demais colegas mencionaram acima a auditoria é de suma importância para uma organização, principalmente as que almejam o crescimento de sua participação de mercado, a ética do auditor confrontará muito com as liberdades e objetivos de gestores e donos de empresas com sociedade limitada, como as regras e normas definidas pela empresa, uma vez que essa normas só serão aprovadas com o aval do dono, o mesmo muitas vezes não abre mão de suas regalias e liberdades que possui, confrontado então com a ética e responsabilidade do auditor, que usará essas normas e regras como base de seu trabalho.
    A cultura e forma de penssar de varios empresarios limitam demais o crescimento de muitas empresas, principalmente em nossa região, uma auditoria, consultoria tem um papel muito importante para o crescimento e evolução de uma empresa, e em um mercado como o de hoje a competitividade não aceita pensamentamentos autoritários e retrógrados.

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  38. Como todos argumentaram, a auditoria é uma ferramenta que auxilia a empresa na vantagem competitiva, e a mesma precisa ser ética e responsável dentro do contexto empresarial.
    Operacionalizar a auditoria trazendo a vantagem competitiva é necessário as informações de todo o processo da empresa, como estão sendo gerenciados; Os auditores darão suporte a todo o pessoal para quando identificadas as falhas trabalhem nas soluções das mesmas.

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  39. De acordo com o texto exposto, a auditoria e uma ferramenta de extrema importância na organização, que juntamente com a ética profissional visa atingir a eficiência e a eficácia. E importante lembrar que o comportamento ético exige muito mais que o atendimento a leis, normas ou regulamentos, pois os princípios éticos devem ser respeitados.

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  40. Auditoria interna é uma atividade independente de adicionar valor e melhorar as operações de uma organização a alcançar seus objetivos. Um código de ética é apropriado e necessário á profissão de auditoria interna, fundamentada como está na confiança em assegurar a integridade das informações, a eficácia e eficiência de operações, a salvaguarda do patrimônio e dos ativos e a conformidade a leis, normativos e contratos.

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  41. Para se alcançar a eficácia organizacional é preciso que a devida função seja prestada por profissionais altamente qualificados, pois é de extrema importância que esse profissional (auditor) execute tais atividades com ética e o devido profissionalismo que estes trabalhos necessitam, com muita transparência para que assim venham a diminuir os riscos, os desperdícios e erros, tornando a organização mais competitiva no mercado.

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  42. A auditoria interna é uma ferramenta que auxilia a administração da empresa, assegurando que os controles internos e rotinas de trabalho estejam sendo habitualmente executadas e que os dados contábeis merecem confiança. Nas organizações a auditoria interna deve ser de um "agente visionário", com atitudes e ideias voltadas para alavancar resultados, e não somente exercer atividades de controles internos. O profissional desta área deve estar permanentemente atualizado, através de estudos contínuos, adequando-se e adaptando-se às novas exigências do mercado. Mas para a empresa atingir suas metas e políticas estabelecidas e atingir o desejado grau de eficiência e eficácia dos sistemas operacionais é muito importante que tenha um quadro de funcionários com pessoas treinadas, qualificadas e motivadas, para que a eficiência dos sistemas não seja comprometida.

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  43. Conforme relata o texto e também supramencionados através de comentários dos caros colegas. A auditoria, seja ela interna e/ou externa, é essencial para o desenvolvimento e também pela conquista da vantagem competitiva frente ao mercado, tendo em vista que aplica um olhar mais amplo, focado em fiscalizar os processos que estão sendo feitos. Algo muito difícil de ser analisado por um gestor ou supervisor da área, devido à demanda de seu trabalho.

    No entanto, essa implantação é muito complexa e exige muita disciplina e burocracia, pois tende a atuar no processo de forma rígida e sistemática, fato que não é comum nas empresas, principalmente nas de pequeno e médio porte. Culturalmente os funcionários já têm a mentalidade de dar um “jeitinho”, ignorar diferenças, “acertar” estoques, etc. Muitas vezes por erros processuais ou até mesmo por ações de má fé.

    A dificuldade maior vem dos stakeholders da organização que normalmente limitam a autonomia do auditor, com intuito de não mostrar algumas irregularidades que beneficiam a empresa, mesmo que isso seja cabível de processos que podem “quebrar a empresa” no futuro.

    Assim concluí-se que a implantação da auditoria é fundamental, porém exigirá muito esforço. A começar de mudanças na cultura e política da organização, essas mudanças devem abranger desde a produção até a presidência da empresa. Caso contrário, será um investimento nulo, pois não apresentará informações fieis aos stakeholders.

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  44. Diante do conteúdo apresentado no texto, podemos perceber que a auditoria é de extrema importância para as empresas, tendo em vista que a mesma, segundo Willian Attie (1998, p.25) “é uma especialização contábil voltado a testar a eficiência e eficácia do controle patrimonial implantado com o objetivo de expressar uma opinião sobre determinado dado”, ou seja, ela possui o objetivo de identificar quais elementos que compõem a empresa estão contribuindo para o alcance dos objetivos empresariais e, também, quais deles não estão contribuindo. Porém, para que isso seja possível, é necessário que o profissional que execute a auditoria na empresa possua três qualidades: (1) Conhecimento Teórico (clareza da importância, das técnicas, das ferramentas, dos conceitos e dos objetivos que cercam à auditoria); (2) Conhecimento Prático (habilidade para aplicar todos os conselhos, sugestões e ideias – técnicas – apontadas pelos autores especializados no assunto); e (3) Ética (caráter para respeitar os princípios, normas e regras ilustradas pela sociedade em seu geral). Diante disto, o auditor necessita possuir visão estratégica ao olhar para a empresa, capacidade de executar os planos formulados (saber colocar a “mão na massa”) e, acima de tudo, índole para não adulterar ou esconder nenhum tipo de informação que tenha encontrado em sua análise, conforme podemos perceber no trecho de uma ideia sobre auditoria apresentado por Perez Junior (1998) que fundamenta “Auditoria tem [...] o objetivo de fornecer aos seus usuários uma opinião IMPARCIAL e FUNDAMENTADA EM NORMAS e PRINCÍPIOS sobre sua adequação.”
    Portanto, a auditoria, quando desempenhada de forma correta e honesta, representa um grande caminho (eficiência) para que as empresas possam conquistar o que foi planejado, de forma otimizada e evitando ao máximo os riscos do fracasso (eficácia).

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  46. Desta forma, podemos observar que o objetivo da auditoria operacional é dar subsídios para todos os membros da administração, com o intuito de fazer melhorar a gestão na busca da eficiência por meio da economicidade para atingir a eficácia.
    A auditoria operacional caracteriza-se pela aplicação da avaliação operacional na empresa ou na organização em que é implantada. Cada empresa ou organização possui necessidades próprias e, sendo assim, é aplicado e desenvolvido um programa para a avaliação dos controles internos de acordo com os processos, a carteira de clientes e fornecedores, os projetos, as atividades segmentadas ou não, o sistema, os departamentos e as operações. A auditoria operacional tem como característica utilizar a avaliação da gestão nos diversos níveis hierárquicos de cada área, de acordo com o programa e também de acordo com a extensão de exames tais como:Planejamento estratégico, políticas, planos e metas;Estrutura funcional, instalações, produção, processos etc.;Métodos e rotinas das atividades desenvolvidas de acordo com o planejamento; Controles internos e controles administrativos e gerenciais.

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  47. A Auditoria auxilia os acionistas na tomada de decisão, ela mostra os dados reais de quanto a empresa está gastando com determinadas tarefas, mas para isso é necessários que os dados disponibilizados aos auditores sejam todos verdadeiros e de confiança, só assim a auditora será eficaz e realmente uma vantagem competitiva para com os concorrentes. Se tratando de auditoria, ela sendo interna ou externa a ética jamais pode ser deixada de lado, a empresa deve ter seus dados detalhados de forma honesta em suas Demonstrações e Registros contábeis.

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  48. Além da ética em que o auditor precisa desempenhar, o inicio dela necessita estar nos contadores e superiores, pois é daí que surgem os dados transparentes para que os auditores possam trabalhar e desempenhar sua função atingindo com mais eficácia a visão e missão da empresa.

    http://cristianoalvescastro.blogspot.com.br/

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  49. Diante do cenário econômico atual, as empresas têm buscado um maior controle e planejamento organizacional, através da implantação dos controles internos pela auditoria. A auditoria vai analisar, revisar e avaliar o ciclo administrativo (planejamento, controle e execução) em sua execução e cumprimento dos objetivos propostos, dando o parecer final sobre o processo atual de gestão da organização. No entanto, caso as informações fornecidas sejam utilizadas de maneira equivocada, os benefícios de uma auditoria podem ser prejudicados, o que pode colocar em risco a organização, por muitas vezes atingindo até a falência. O auditor deve obedecer aos princípios éticos da sua profissão, sendo verdadeiro nas informações declaradas, não bastando apenas se basear nas normas éticas, mas sim nos seus valores morais, sendo o responsável por todos os fatos declarados. Sendo assim, a seleção e recrutamento do auditor é requisito básico para a garantia de que o processo aconteça dentro dos parâmetros éticos, propondo-se a revisão bibliográfica dos dados levantados por meio de três entrevistas de dois gerentes de auditoria e um auditor pleno.

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  50. A ética é requisito fundamental em todos os setores de uma empresa.
    Cada colaborador, usando da ética em suas atividades, formará um alicerce de credibilidade para a mesma.
    Assim sendo, o profissional poderá preencher os requisitos necessários para uma auditoria clara, ou seja, o auditor deve indagar à entidade auditada sobre qualquer fraude e/ou erro que possam ter sido detectados.

    http://andreaugustocorrea.blogspot.com.br/

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  51. Num país como o Brasil, que é visto todos os dias atos de desonestidade escancarados na televisão, jornais, revista, internet, não temos dúvida que a ética pode ser um diferencial no mercado empresarial e profissional. Pois, se por um lado as empresas querem se livrar de toda má conduta, por outro a atitude dos profissionais em relação às questões éticas podem ser a diferença entre o seu sucesso e o seu fracasso. Mas então o que seria no mundo atual, ser ético na Auditoria? Pra um auditor ser ético, é simples, mas às vezes alguns profissionais que tornam situações complicadas de se resolverem, pois o auditor se torna ético se simplesmente agir de maneira correta com as pessoas a sua volta e com si próprio, apresentando informações concretas e transparentes, estando tranquilo com a consciência pessoal.

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  52. Para que a empresa consiga atingir a eficácia organizacional, antes de tudo, os principais gestores precisam apoiar a auditoria. Outro fator importante é o conhecimento aprofundado do auditor a respeito do processo de gestão e a respeito do processo operacional. O enfoque na fidedignidade das demonstrações, não é o suficiente, faz-se necessário também: a auditoria voltada à educação desses processos, para que desta forma, seja possível aplicar condições de melhoria.
    Com relação à ética, o auditor deve estar preparado para exercer a sua função, pois ele precisa buscar informações que possam impactar positivamente no resultado, evitando dados irrelevantes que somente servem para “mostrar o seu serviço”. Já, em casos do envolvimento de auditores em esquemas de desvios de recursos, a principal solução está no ambiente externo, está no comportamento humano, por meio de mudanças na cultura educacional com a disseminação da ética em todas as unidades educacionais e em todas as áreas da vida.

    edersilaspetrini.blogspot.com

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  53. A auditoria é uma área de grande responsabilidade e dedicação profissional, é onde as entidades conseguem visualizar de forma definida desde projetos até as operações financeiras, isso pode ser diferenciado de acordo com os objetivos propostos pela empresa a ser auditada.
    Ética na auditoria significa lealdade com os valores moral e empresarial, não podendo ter tendências ou influencias por parte do auditor e do auditado. A transparência de ambas as partes trazem o melhor entendimento das informações colhidas e a partir destas é que serão trabalhados em cima dos resultados.
    A diretoria de uma empresa contrata seu auditor esperando uma melhora significativa na sua visão, lembrando que os auditores são os olhos dos Diretores, Presidentes, Sócios, Acionistas e não menos importante do que os clientes da empresa. Assim a ética se faz aliada com o comprometimento e o trabalho pode gerar bons resultados. O auditor inspeciona, colhe e passa os resultados com clareza, então a ética na auditoria é esperada, pois sem ética não teremos resultados abrangentes, seria como fraudar a própria empresa, pois a auditoria tem por fim demonstrar resultados operacionais e administrativos de forma que isso venha ter uma clareza e melhora, mas se não tiver a clareza os responsáveis irão achar divergências comprometendo todo um trabalho sério a ser realizado.
    Portanto se faz de extrema necessidade e primordialidade a ética na auditoria

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  54. As mudanças ainda são mais difíceis nas empresas conhecidas por empresas familiares, empresas que são passadas de geração em gerações, e não existem nelas níveis de setores horizontais, somente com um líder ou um pequeno grupo de sócios e poucos funcionários. Estas são as principais empresas que necessitam de auditoria, como sabemos, estas empresas ferem um dos principais princípios da Contabilidade: Entidade, ou seja, que não separam o que é da empresa com o que é dos sócios, sempre acabam pagando suas contas pessoais com o dinheiro da empresa. Por isso uma auditoria, bem feita e com ética sem se deixar corromper por interesses pessoais, e com a colaboração dos sócios, administradores e contadores da empresa, fornecendo os dados e demonstrações necessárias para que o auditor possa fazer um trabalho integro, ético, e sem falhas. Com as ferramentas corretas, o auditor de forma eficaz irá contribuir para a melhora da saúde da empresa consolidando assim no mercado atual, que está cada dia mais cruel e acirrado. A auditoria e a controladoria são dois pontos essenciais, para as empresas nos dias de hoje.

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  55. A coleta de dados, informações é de suma importância para uma boa auditoria.Cabe ao auditor que através delas pode-se concluir o tamanho dos riscos dentro de uma organização, sejam esses riscos baixo, médio e alto.Portanto, ao auditor cabe a transparência aos acionistas, administradores e a quem mais interessar. A ética não pode ser confundida como lei, embora que, com certa frequência a lei tenha como base nos princípios éticos.Então ética depende do caráter de cada pessoa.

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  56. Analisando o texto elaborado, mostra a importancia da Auditoria para se alcansar objetivos e metas almejadas pelas organizações.
    Levando em relevancia que o trabalho do Auditor dentro das organizações, auxiliaria nas analises tecnicas, auxiliando nas tomadas de decosões, pois serão por meio delas que poderão participar e influencias em todas as funções elaborar, analisar, trazendo resultados relevantes para as organizações.
    visando que a auditora atualmente tem sido uma das vantegens competitivas mais utilizada, obtendo o alcance de otimos resultados tanto no controle de todas as funcões e processos, documentos sendo eles parte administrativa ou area contábel, e tona a analise de informação para orientar e auxiliar a toma de decisão.
    com intiuto de maximizar suas receitas e orientar e direcionar todas as funções da organização.
    Uma etica proposta nos orienta a chegar mais rapido no objetivo que a empresa propoem, e trazendo grandes melhorias organizacionais.

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  57. Em relação á pegunta sobre o artigo de Marketing,

    No mercado atual, acredito que uma das melhores técnicas de marketing, é o marketing de relacionamento, onde a empresa procura estreitar o relacionamento com o cliente, fazendo com que o mesmo fique satisfeito e promova o marketing boca-a-boca em favor da empresa. Hoje os clientes estão mais exigentes, buscam qualidade no produto e a qualidade no atendimento que acredito ser o fator principal para ganhar e fidelizar o cliente, para que isso ocorra é preciso criar um plano de fidelização de clientes junto á seus colaboradores que são o espelho da empresa, para alcançar resultados positivos e que gere frutos é importante que ela tenha todas as suas ações direcionadas para os seus clientes, por isso desde o primeiro contato a empresa precisa ter um sistema de atendimento que conquiste o cliente.

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  58. O marketing vem sendo muito utilizado nas empresas para a melhor satisfação com seus clientes e as melhores técnicas que pode ter nos dias de hoje é a transparência dos produtos oferecidos e a qualidade exigida pelo cliente. Hoje em dia as empresas estão mais focadas com os clientes, ou seja, as empresas procuram ter uma relação mais amigável, transparente e a inovação vem sendo o principal objetivo. Portanto as melhores técnicas são: fazer uma pesquisa para saber as necessidades do seu cliente, inovar constantemente, ser transparente e agir com responsabilidade.

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  59. Sem dúvida o marketing é a chave do negócio e o espelho deste crescimento são seus colaboradores, que por sua vez são seus primeiros clientes. O colaborar satisfeito, tende a trabalhar com um comportamento cativante e faz com que isso transpareça, gradativamente fará com que seus clientes sintam-se bem recebidos e queiram voltar sempre ao mesmo lugar.

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  60. A Nordstrom serve de exemplo que, não é de hoje que o bom relacionamento entre empresa e cliente eleva sua confiança e fidelidade do cliente. Todo consumidor gosta de ser bem atendido e tratado de maneira especial. E, pela historia dessa empresa o bom senso está como padrão de atendimento. Percebe-se que não há qualquer tipo de discriminação em relação aos seus clientes, isso demonstra porque a loja tem mais de cem anos e ter conquistado um patamar invejável por outras. Fica claro que o marketing de relacionamento é o caminho a seguir.

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  61. Grandes e pequenas empresas têm consciência da importância de realizar ações de marketing para captar clientes e aumentar as vendas, isto é fato. Acontece que estamos na era do relacionamento, onde vender não é o suficiente, é preciso relacionar-se com clientes clientes! Somente conquistando o cliente em todas as etapas da venda será possível criar uma relação de confiança entre as partes, onde o cliente saberá que pode contar com sua empresa, quando precisar. Hoje em dia, não basta vender, tem que conquistar, relacionar com o cliente é a melhor forma de criar uma relação forte e duradoura.

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  62. A Melhor técnica que existe até o momento e aquela que você se identifica com a mesma, ou seja, gostar do método utilizado, nesse fator não há uma variável, pode haver diversos artigos relacionados ao tema, e autores discutindo o mesmo, mas todos chegam a mesma conclusão, o diálogo, o poder de persuasão para atingir o público alvo, e continuar mantendo esse patamar de procura. O marketing de relacionamento aqui citado tem esse objetivo de manter o cliente, não perdê-lo, tem que saber o que o seu cliente deseja e tentar obter essa cumplicidade, seja ela em uma loja de bairro, ou uma grande loja de departamento. A propaganda boca a boca, a da internet, ou o que seja é importante, mas o principal e gostar de fazer e fazer bem feito. Não há possibilidade de trocas, casa nicho no seu ambiente. Assim mantem a harmonia de um todo.

    Tudo tem um princípio e um fim, ou seja, o alfa e o ômega, cabem o mercado contemporâneo se identificar e saber dar continuidade ou inovar, isso no que tange o marketing, ou seja ele é tudo. Sem ele e que não devemos ficar.

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  63. O marketing é muito importante em uma organização, pois o marketing que ajuda a divulgar a marca, produto ou serviço, visando o aumento do lucro e a visibilidade do que é ofertado. Uma das técnicas mais utilizadas nos dias de hoje é através do marketing digital, pelo qual as pessoas estão na maior parte do tempo conectadas ao mundo virtual, e a organização pode se relacionar com seu cliente sempre que precisar. E com esse contato a empresa deve estar sempre se inovando para manter os clientes e adquirir outros também, procurando saber sempre qual a necessidade do seu cliente buscando a fidelização e assim alcançar o sucesso almejado.

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  64. O artigo apresentado aborda o marketing de relacionamento como uma ferramenta indispensável atualmente. O atendimento eficaz ao cliente é um diferencial em relação aos concorrentes e também um ponto positivo para a fidelização do cliente. O atendimento ruim gera uma imagem negativa da empresa podendo assim perder o cliente atual e também futuros, pois o marketing boca a boca serve como vantagem ou uma desvantagem competitiva, mas uma vez o cliente perdido é difícil reverter o quadro de descontentamento desde para trazê-lo de volta.
    As exigências dos clientes vem aumentando, para que os atendentes possam fazer um bom marketing de relacionamento eles precisam saber identificar as necessidades e expectativas do cliente, conversando sempre com boa educação e simpatia. Para isso acontecer a empresa deve investir em treinamento. É de suma importância também um ambiente agradável onde o cliente se sinta confortável para fazer sua escolha dos produtos e serviços.

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  65. Manter relacionamento com os clientes é essencial, assim sendo, nos dias atuais o marketing de relacionamento é indispensável, porque ele faz a comunicação da empresa com o consumidor, fazendo com que o cliente não fique apenas no papel de consumidor dos produtos ou serviços e sim se torne leal a marca. Desse modo, o marketing de relacionamento consiste em todas as atividades de marketing voltado a desenvolver, estabelecer e manter uma troca relacional bem sucedida.

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  66. Atualmente, é possível identificar diversas técnicas de marketing que procuram otimizar a relação com o cliente, e isso acaba por efetivar o marketing de relacionamento dentro da organização. Vamos destacar alguns dos trabalhos mais utilizados nos dias atuais:
    * Exposição ao consumidor de que a empresa executa um trabalho social adequado aos interesses dos colaboradores;
    * Evidenciar que a empresa procura estabelecer um ambiente sustentável, otimizando a utilização de recursos naturais;
    * Adoção das redes sociais como principal forma de contato para com os clientes;
    * Criação de vídeos virais, os quais fazem com que o consumidor re-pense como será a sua forma de consumo e logo busque o acesso à empresa que criou o vídeo;
    * Utilização de e-mails personalizados que apresentam aquilo que o cliente buscou a pouco tempo atrás; e
    * Cadastramento de clientes via aplicativos mobile, os quais facilitam e muitas vezes substituem a figura dos vendedores, fazendo com que o cliente tenha uma real experiencia e conhecimento sobre aquilo que almeja adquirir.

    Enfim, técnicas como acabam por estreitar o relacionamento com o consumidor e dependem muitas vezes de avanços da tecnologia, que é a sensação do momento para as novas gerações.
    Quero contribuir com as discussões do blog, e para isso deixo o seguinte questionamento: Com tal avanço das vendas do varejo via on-line, até quando a figura do vendedor de loja física que executa o marketing de relacionamento resiste?
    Abraço a todos.
    Por: http://souzaoliveira95.wixsite.com/evidencie - souza.oliveira95@gmail.com

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    1. João,
      Por mais que haja um crescimento no B2B, e-comerce e outras ferramentas digitais sempre existirá um público aderente as lojas físicas que não poderão ser menosprezados. Entendo que com esse crescimento vendedores físicos terão tarefas virtuais a executar como chat para tirar dúvidas e até mesmo vender.

      abraços,

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    2. Bacana professor. É que como o avanço tecnológico tem substituído vários postos de trabalho, imagino que em um futuro próximo, poucas serão as lojas físicas, pelo menos essa era a minha ideia inicial. Mas para o bem da maioria, tomara mesmo que os funcionários possam exercer novas tarefas, não causando elevação no nível de desempregados. Obrigado. Por:http://souzaoliveira95.wixsite.com/evidencie - souza.oliveira95@gmail.com

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  67. Ficou evidente que a empresa citada busca satisfazer seu cliente não apenas em questão de suas compras, mas sim com o respeito que todo ser humano merece. O exemplo do sapato vendido a pessoa com uma das pernas amputadas mostra o total comprometimento com o caráter do vendedor, perante as normas da empresa, que é usar o bom senso. Todo indivíduo racional entende que uma pessoa com apenas uma das pernas até pode comprar um par de sapatos que tenha visto e gostado em uma vitrine, mas sabe que ele não vai usar os dois, só que pra não perder a venda, vende, pensando sempre no dinheiro, no lucro que ele estaria perdendo se não realizasse a venda. O exemplo da empresa serve para muitos empreendedores no mundo inteiro, pois permite uma visão mais ampla do que seja os negócios, talvez você não esteja tendo lucro no momento, mais no futuro esse marketing de relacionamento vai trazer o goodwill necessário para o sucesso organizacional.
    Lauder Nastaro Campos CCO 8

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  68. Com relação ao artigo “MARKETING DE RELACIONAMENTO: UM ESTUDO DE CASO DA EMPRESA NORDSTROM VAREJISTA DA MODA NOS ESTADOS UNIDOS”.
    Diante do artigo, fica explícito a importância e o papel central do marketing de relacionamento na interação empresa-cliente na atual conjuntura das relações comerciais. É visto a necessidade de colocar as pessoas como fator crítico de sucesso organizacional, concentrando esforços e técnicas capazes de fortalecer os laços, a relação e fidelidade dos clientes com a empresa, garantindo que as vendas não sejam apenas uma ação mecânica-temporal, com início/meio/fim, mas sim uma experiência capaz de criar identificação das pessoas com a marca/empresa, bem como tornar essa experiência única ao ponto de criar a necessidade nos clientes de repeti-la e promulgá-la a demais pessoas, o conhecido marketing boca-a-boca.
    Portanto, partindo desses preceitos, é entendido como técnicas fundamentais ao marketing contemporâneo o trabalho incessante em pesquisa de mercado, ou seja, estar constantemente atualizado frente às necessidades, desejos e anseios dos clientes e potenciais clientes, procurando estar sempre um passo à frente em relação aos concorrentes, oferecendo qualidade e inovação.
    Outro fator importante é no quesito tecnologia e mídias sociais. Na medida em que conectividades das pessoas é praticamente “full time”, as Organizações que estabelecem vínculos com seus clientes via mídias sociais obterão feedback instantâneo de seus clientes, observando oscilações, tendências, bem como canais mais práticos de assistência técnica, pré venda, pós venda, análise de comportamentos, além do fato de estar mais constantemente presente no cotidiano das pessoas, mesmo que de forma mais “indireta” se comparada à campanhas de marketing televisiva, por exemplo.
    Com relação à tecnologia, é ferramenta indispensável na medida em possibilita também maior interatividade entre cliente-empresa. Estabelecer canais que facilitem a experiência do consumidor, como aplicativos, sites interativos, dentre outros, oferecem maior credibilidade e fomentam a fidelização, bem como podem fornecer subsídios para desenvolvimento de novos produtos, propagandas de novos produtos com base nos já consumidos pelo cliente, podendo-se citar como exemplo o que já é praticado pela empresa Netshoes.
    Outra ferramenta/técnica importante ao marketing contemporâneo é trabalhar a imagem e a cultura organizacional da Organização com relação à questões de sustentabilidade e responsabilidade social, ou seja, de que forma a empresa se posiciona frente aos desafios de ser produtiva sem agredir o meio em que está inserida, como trabalha o uso consciente dos recursos naturais, como reaproveita, recicla insumos, de que forma transforma a sociedade e os stakeholders, com trabalhos sociais, dentre outros.
    Em síntese, são diversos os desafios ao marketing contemporâneo, no entanto, são diversas as opções estratégicas e ferramentas capazes de serem utilizadas e capazes de oferecer experiências únicas aos clientes, bem como gerar vantagem competitiva, aumento de Market share, promovendo maior interação entre empresa-cliente e satisfação mútua.

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  69. O artigo cita um excelente exemplo para trabalhar com o marketing pessoal, onde acredito ser o alicerce central dos outros trabalhos pois as empresas estarão trabalhando diretamente com sua principal fonte de renda e quanto mais for semeando sua fonte de renda mais frutos colherá ao longo do tempo, e esse talvez seja o fator trivial do sucesso da NORDSTROM até os dias de hoje, onde como cita o artigo muitas empresas do ramo fecharam.

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  70. O marketing no mercado contemporâneo tem sempre grandes desafios, principalmente no que diz respeito a se adequar e inovar, ou seja, ter criatividade para oferecer novas ofertas de serviços ou produto. Sabendo que a sociedade está cada vez mais dinâmica, as ferramentas do marketing estão voltadas à comunicação, dentre os elementos existentes, o boca-a-boca se torna eficaz e continuo.
    O conjunto de elementos do marketing de comunicação, o marketing boca-a-boca, aonde é feito uma divulgação espontânea de um produto ou serviço, ou seja, basta indicar alguma coisa para alguém (um determinado livro, uma loja, um restaurante...), para transformar mesmo que não perceba, em um ‘’agente’’ eficaz da mais poderosa ferramenta de marketing.
    Comparando com os demais meios de marketing convencional, o marketing boca-a-boca traz custos insignificantes, trazendo novas oportunidades e vantagens competitivas na captação e fidelização de clientes, que por sua vez, estão cada vez mais exigentes.

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  71. Pode se observar que a principal técnica de Marketing tem sido ter os funcionários felizes e em suas devidas áreas, respeitando a individualidade de cada um, pois para se conquistar o cliente e manter sua fidelidade com o produto é necessário que haja funcionários com habilidade e paciência para a venda. Para isso é necessário o empregador analisar quais são os perfis existentes dentro de sua empresa, para que ele consiga também motivar seus funcionários para que eles vistam a camisa por assim dizer e não apenas pela salário recebido, mas também porque se sente parte dessa missão.
    Quando o empregador valoriza seus funcionários e identifica suas potencialidades, faz com que eles mesmo façam a publicidade de sua empresa e conquistam os clientes. Analisando também o marketing "boca a boca", quando os funcionários estão verdadeiramente felizes conseguem conquistar seus clientes de maneira natural e fiel, e esses clientes passam a divulgar para outras pessoas. De acordo com a história, um cliente feliz divulga o lado positivo da empresa para outras 5 pessoas, enquanto um cliente insatisfeito faz o marketing negativo para 10 outras pessoas.
    Por isso é necessário que os empregadores invistam tempo em olhar de modo mais humano possível para seus funcionários para que eles tenham o sangue da corporação fazendo que com isso a empresa cresça sempre e sempre.

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  72. Bom, referente ao artigo,” MARKETING DE RELACIONAMENTO: UM ESTUDO DE CASO DA EMPRESA NORDSTROM VAREJISTA DA MODA NOS ESTADOS UNIDOS.” Autor (es) MARCIO ELIDIO CAMPI Co-Autor(es) FRANCO KAOLU TAKAKURA JUNIOR .Podemos notar que a autonomia e a excelência pregada pelos líderes da empresa aos seus colaboradores é primordial para que o marketing de relacionamento seja eficaz para com os seus clientes. Não dias atuais em que o mundo globalizado com tanta informação e tecnologia transcendem o mundo real, percebe se que, ainda um dos melhores marketing's ainda é a boca a boca, ou seja, a pessoa ainda confia muito em uma experiência em que o próximo vive e passa para ela. A partir do momento em que, se busca a excelência no atendimento e aliamos isso a um produto de qualidade, podemos dizer que a organização poderá atingir o ápice em sucesso organizacional, econômico e social.

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  73. Mediante o artigo. “MARKETING DE RELACIONAMENTO: UM ESTUDO DE CASO DA EMPRESA NORDSTROM VAREJISTA DA MODA NOS ESTADOS UNIDOS”
    No mercado contemporâneo, a necessidade do marketing de relacionamento é de suma importância, uma vez que, nos dias atuais, as informações de um determinado produto esta de fácil acesso, tais como: preço, qualidade, durabilidade e diversidade. Hoje é fácil obter um “norte” referente aquele produto desejado, e isso afeta diretamente o varejo, onde, o cliente já entra na loja sabendo do produto, em certos momentos sabendo mais que o próprio vendedor, cabe à empresa especializar seus vendedores, e com isso entra o marketing de relacionamento, onde caberão ao vendedor mante um bom relacionamento com seu cliente, conforme exposto no artigo, onde seu foco é trabalhar a comunicação entre vendedor-cliente, e atender as necessidades do mesmo. Marketing é um dos pilares mais importante de uma empresa, e sua imagem em jogo, cabe o engajamento de empresa e funcionário para sua eficácia, conquiste seu funcionário, exponha seus objetivos e assim ele transmitirá sua mensagem para seus clientes.
    Com base no comentário do nosso amigo: Joao Oliveira (http://souzaoliveira95.wixsite.com/evidencie),
    “Com tal avanço das vendas do varejo via on-line, até quando a figura do vendedor de loja física que executa o marketing de relacionamento resiste?”
    De fato o mercado virtual esta cada dia mais eficiente em seus objetivos, criando assim uma barreira mediante sua concorrência, com seus preços inatingíveis e diversidade de produto. Porem ainda existe uma gama de consumidores que, optam pela loja física.
    “Uma pesquisa realizada pela Oracle aponta que as principais razões para se comprar em uma loja física são a possibilidade de visualização do produto antes da aquisição (75%) e a vontade ou necessidade de obtê-lo imediatamente (44%)”
    Via: E-commercebrasil, por Ricardo Ramos, CEO da Precifica.
    Postado em Empreendedorismo e franquias Marketing por Canal do Empreendedor
    Conforme cita o CEO da Precifica, ficam nítido os fatores que ainda mantem as lojas física em total vapor, vou mais além dessa pesquisa, obvio que a necessidade de ver o produto e obter no ato da compra e essencial, porem, a cada venda efetuada existe um vendedor que naturalmente aplica o marketing de relacionamento, mantendo assim a fidelização de seu cliente e derrubando eventual barreira criada pelas lojas on-line.

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    1. Legal o complemento com a pesquisa parceiro Michael. A oportunidade de sentir o produto com certeza é incomparável com a venda on-line. é que com as novas gerações já informatizadas tinha uma outra visão para esse tipo de consumo, e o professor ajudou a clarear as ideias. Obrigado. Por:http://souzaoliveira95.wixsite.com/evidencie - souza.oliveira95@gmail.com

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    2. Muito bom Michael e João pela contribuição os post´s de vocês enriquecem o texto parabéns pela desenvoltura.

      Abraços

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  74. Quando uma empresa almeja ter sucesso e busca alcançar seus objetivos e metas de vendas, se faz necessário investir e ter um vasto conhecimento em marketing, haja visto que as diretrizes do mesmo, quando aplicadas, podem colaborar de forma positiva com o sucesso desejado. A empresa que pretende se manter competitiva no mercado precisa estar atenta aos 4 elementos (preço, produto, ponto, promoção) e definir suas estratégias de acordo com seus objetivos. A empresa pode ter um produto excelente, porém se suas condições de pagamento não forem boas, se não houver divulgação do produto e sua distribuição for dificultosa, o produto dificilmente terá boa aceitação no mercado. O marketing é feito para pessoas, e essas mudam, assim como a cultura muda e a tecnologia também. Dessa maneira, o empreendedor deve ser capaz de reagir rapidamente em tempos instáveis. No mercado atual, as pessoas têm um poder que nunca tiveram: um celular no bolso e uma rede social. Com essas tecnologias é possível dissipar experiências com o produto ou serviço que as empresas oferecem, sejam elas boas ou ruins. Portanto, o marketing engloba a construção de um relacionamento satisfatório a longo prazo, através do qual as pessoas obtêm aquilo que desejam. Atende as necessidades do mercado, sendo também usado para “vender” idéias.


    andreacamariano.blogspot.com

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  75. É importante que a empresa tenha o relacionamento direto para com o cliente final, abrindo espaço para que ele se sinta a vontade ao interagir com a empresa dando sugestões e opiniões não apenas sobre o produto em si, mas como esse produto chamou a atenção dele para efetuar a compra, o sentido de conforto e confiança do cliente para com o vendedor fez o diferencial. O boca a boca é apenas consequência da experiência de compra naquela loja, pois o que é bom compartilhamos com os nossos amigos e familiares, qualidade e confiança foi uma das razões para tal êxito.

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  76. A empresa Nordstrom opta pelo marketing de pessoa para pessoa para divulgação de seu serviço, no qual seus colaboradores são os principais percursores deste canal, uma estrategia ariscada quando a empresa não gasta com publicidade e propaganda, sendo assim a imagem que o cliente tem da empresa é a qual seus funcionários a passaram. O processo seletivo da empresa não pode possuir falha, pois uma colaborador não motivado, infeliz, não satisfeito acaba quebrando toda estrategia que a empresa definiu.

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  77. A empresa Nordstrom opta pelo marketing de pessoa para pessoa para divulgação de seu serviço, no qual seus colaboradores são os principais percursores deste canal, uma estrategia ariscada quando a empresa não gasta com publicidade e propaganda, sendo assim a imagem que o cliente tem da empresa é a qual seus funcionários a passaram. O processo seletivo da empresa não pode possuir falha, pois uma colaborador não motivado, infeliz, não satisfeito acaba quebrando toda estrategia que a empresa definiu.

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  78. Acredito que a melhor técnica de marketing seja a do bom senso é saber se colocar no lugar do outro e deixar que ele expresse o seu real desejo.
    No caso da empresa mencioanada no artigo é perceptível que a empresa mantém uma cultura de exelência no atendimento que vem de anos. Talvez o resultado disso, seja a forma em que os colaboradores são contratados, tratados e treinados. Acredito que para a pessoa ser um excelente vendedor e conseguir fidelizar com seus clientes, ela precisa ter carisma, sinceridade, persuasão, passar segurança e credibilidade e acima de tudo amar o que faz. Pois, muitas pessoas trabalham com vendas mas não gostam do que fazem trabalham por necessidade e isso leva muitas vezes a empresa perder clientes pela falta das caracteristicas mencionadas anteriormente. E acredito que a melhor técnica de venda ainda hoje, seja o marketing boca a boca, todo cliente que gosta de um serviço ou produto vai sempre indicar para outra pessoa.

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  79. Acredito que a melhor técnica de marketing seja a do bom senso é saber se colocar no lugar do outro e deixar que ele expresse o seu real desejo.
    No caso da empresa mencioanada no artigo é perceptível que a empresa mantém uma cultura de exelência no atendimento que vem de anos. Talvez o resultado disso, seja a forma em que os colaboradores são contratados, tratados e treinados. Acredito que para a pessoa ser um excelente vendedor e conseguir fidelizar com seus clientes, ela precisa ter carisma, sinceridade, persuasão, passar segurança e credibilidade e acima de tudo amar o que faz. Pois, muitas pessoas trabalham com vendas mas não gostam do que fazem trabalham por necessidade e isso leva muitas vezes a empresa perder clientes pela falta das caracteristicas mencionadas anteriormente. E acredito que a melhor técnica de venda ainda hoje, seja o marketing boca a boca, todo cliente que gosta de um serviço ou produto vai sempre indicar para outra pessoa.

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  80. No mercado contemporâneo, as organizações procuram usar técnicas de Marketing para que o cliente sinta satisfeito com a empresa e busque satisfazer suas necessidades. O Marketing de relacionamento, como citado no artigo estudado, é geralmente usado em empresas de serviços, principalmente bancos e lojas de departamento, onde treinam os colaboradores para relacionarem com o cliente, para que a empresa gere satisfação e confiança.
    Outra técnica de Marketing que está em alta no mercado contemporâneo é o uso de mídias sociais pela empresa para divulgação do produto/serviço para ficar próximo do cliente, o chamado Marketing Digital, conforme citado nos comentários do João Paulo e do Maurício. Geralmente o Marketing Digital é usado por grandes lojas varejistas e de serviços, além das lojas virtuais.
    Porém, o Marketing boca-a-boca ainda continua sendo uma técnica mais eficaz para a busca de sucesso da empresa. Além de ser uma técnica que tem custo irrisório, o Marketing boca-a-boca é uma técnica de medição do atendimento e do produto ou serviço oferecido pela organização que visa gerar um impacto positivo nos serviços da organização.
    Há também a preocupação contemporânea das organizações, principalmente da área industrial e empresas multinacionais, em aderir técnicas de Marketing Social e Sustentável. A preocupação com o futuro da sociedade e com o meio-ambiente são temas decorrentes das empresas e da sociedade, portanto é uma técnica contemporânea em alta nas organizações, principalmente na área industrial e multinacional, podendo ser no futuro usados por várias cadeias organizacionais. Um exemplo é a empresa Natura, que investe muito em Marketing Social e Sustentável, podendo perceber nas suas campanhas o uso de linguagens em prol do meio-ambiente e sustentabilidade.
    Podemos concluir que, o Marketing boca-a-boca continua sendo o mais eficaz para divulgação e promoção da organização, porém, o uso do Marketing Digital e do Social/Sustentável também são técnicas que estão em alta e com grande tendência para crescimento no futuro, devido as necessidades da sociedade. E também podemos concluir que é importante a relação harmônica entre empresa e cliente, um quesito importante para o uso do Marketing de Relacionamento, e questão chave para gerar satisfação do cliente e um Marketing boca-a-boca positivo.

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  81. O MKT é de extrema importância para ás empresas atuarem com foco em seu objetivo. Buscando aliar a venda e o pós venda com o cliente para fideliza-lo, é o caminho mais promissor para as empresas se consolidarem no mercado.
    Por esse motivo a estratégia de MKT da empresa deve ser bem definida e elaborada, agregando grande valor ao produto e marca, fidelizando antigos clientes e conquistando novos.

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  82. Atualmente, uma das maiores ferramentas principalmente pro ramo competitivo é o marketing, assim focando desde o inicio ao fim de todas as tarefas empresariais, exemplo, um melhor relacionamento da organização com com os clientes, sempre buscando melhorias e satisfazer as necessidades e satisfação de seus consumidores.
    hoje em dia, com o mercado completamente competitivo e com uma enorme variedade de produtos e serviços faz com que seus consumidores sejem ainda mais exigentes. assim, fazendo com que as organizações realizem seus produtos com qualidade no produto, e tambem no atendimento com seus consumidores, assim passando transparencia e confiabilidade em sua organização e nos produtos e serviços oferecido.
    apos a satisfação do cliente será realizado o melhor marketing de todos, o marketing boca boca, uma enorme ferramenta para satisfação dos clientes e tambem para poder alcansar uma fatia ainda maior no mercado.
    Desde de o inicio há a necessidade de conquistar o cliente, e atender suas necessidades.

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  83. Muita gente costuma achar que marketing é publicidade, o que não é necessariamente o caso – a publicidade pode ser definida como um tipo de marketing. Nós podemos definir marketing como um conjunto de estratégias para selecionar o produto certo para o consumidor certo – do lado dos empresários, isso significa buscar e encontrar o consumidor para seus produtos. Assim, marketing contempla uma série bem grande de possibilidades de ações, cada uma indicada para um objetivo específico.A técnica que vêm abrangendo uma grande parte do mercado contemporâneo é o marketing de relacionamento.O Marketing de Relacionamento tem como objetivo desenvolver uma relação entre cliente-empresa. São estratégias focadas em manter o cliente feliz e satisfeito com o produto ou o serviço prestado pela empresa.
    Normalmente empresas que vendem itens consumíveis investem pouco nesse setor, o que é um erro. Empresas de serviço são as clientes mais comuns desse tipo de ação.

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  84. O marketing tem sido uma das principais ferramentas usadas pelas organizações, buscando agora uma relação mais duradoura com seus clientes, com as organizações querendo vender cada vez mais, mostra que tem que buscar a fidelização de seus clientes para que se construa uma relação a longo prazo.
    Mostrando a loja de departamento Nordstrom, que não se investe quase nada em propaganda e ganhando seus clientes pelo, boca a boca, com a boa reputação gerada, focando em proporcionar um atendimento excepcional ao cliente. Assim sendo uma empresa referência no marketing de relacionamento.
    Mauricio de Paulo adm8 Fit Uniesp

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  86. Conforme relata o artigo, fica evidente a extrema importância do marketing de relacionamento nas empresas, tornando-se uma ferramenta eficaz dentro das organizações, visto que no marketing de relacionamento existe uma interação maior com os consumidores, manter-se em contato constante com os clientes buscando não apenas satisfaze-los, mas também retê-los e assim conquistar um aliado. O contato constante, feito de forma correta, faz com que a marca seja fixada na mente dos consumidores, com o objetivo de fidelização dos clientes.

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  87. Com o avanço da tecnologia, propagar um produto ou serviço tem sido uma tarefa a ser estudada. Existem vários meios e ferramentas para se fazer o marketind, porém é um desafio para averiguar como será realizado esse trabalho. O marketind boca-a-boca e muito utilizado no mercado e bem conhecido por ser uma técnica onde a preocupação é passar a qualidade aos clientes e “fazer” com que a satisfação gere indicação, propondo uma propaganda do produto.

    Os meios eletrônicos são uma porta de ampla propagação para o marketing, observamos que hoje existem blogs, páginas, canais, acessos em sites que realizam um trabalho de gerar o marketing facilitando o despertar do interesse aos clientes tornando-se uma ferramenta indispensável para a propagação do produto.

    Os profissionais da área e gestores de marketing tem por tarefa analisar todo o mercado é entender como buscar uma melhor forma de propaganda e realizar essa publicidade de maneira a atrair um feedback mútuo diante dos investimentos.

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  88. Na minha concepção, a melhor técnica é o marketing de relacionamento, sendo uma nova maneira de se fazer negócios e ganhando a confianças dos consumidores.
    Para kotler (1998, p. 619), "Marketing de relacionamento é baseado na premissa de que os clientes importantes precisam receber atenção contínua."
    Baseado nesse contexto, o relacionamento é fundamental para a fidelização entre organização e consumidor, para sistema de comercialização, sendo parte no processo de venda. Através do relacionamento da organização para com o consumidor se terá um pleno conhecimento dos desejos e necessidades do mesmo, sempre com o foco voltado para a sua satisfação e sucesso.

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  89. O Marketing de Relacionamento que, conforme apontado no artigo, consiste em manter um “vínculo contínuo de parceria com seu cliente”, fazendo com que ele sempre adquira os produtos/serviços ofertados pela sua empresa, ou seja, esse Marketing consiste na fidelização de seu consumidor. De certa forma, esse Marketing busca analisar, identificar e buscar entender as necessidades das pessoas, trabalhando uma forma de atender elas com qualidade, rapidez e segurança (como irá facilitar essa interação entre empresa x consumidor), deixando seus consumidores totalmente satisfeitos e, até, lisonjeados pelo atendimento, atenção e companheirismo da empresa para com eles.

    Assim, buscando responder o questionamento levantado após a apresentação do artigo, um marketing eficiente e eficaz poderá ser adquirido com a utilização de técnicas, como:

    1 – Projetos: Os projetos devem estar presentes em todas as atividades da empresa e não apenas no Marketing, uma vez que representam, segundo a ONU (1984), “Um empreendimento planejado que consiste num conjunto de atividades inter-relacionadas e coordenadas, com o fim de alcançar objetivos específicos dentro dos limites de um orçamento e de um período de tempo dados”, ou seja, são os mesmos que irão ditar as diretrizes que a empresa deverá seguir para que a mesma consiga alcançar a sua visão. Assim, quando trazemos os projetos para o Marketing, os mesmos são vistos como “Plano de Marketing” onde, através dele, a empresa definirá qual será seu público-alvo e, assim, poderá analisar qual a melhora técnica para estar atendendo e fidelizando os mesmos;

    2 – Treinamentos Contínuos: Fazer com que sua equipe de atendimento ao cliente esteja sempre se aperfeiçoando, através do conhecimento de novos conceitos, práticas e técnicas de comunicação, venda, atendimento, etc.;

    3 – Projetos Sociais: Conforme evidenciado pelo João e demais colegas, quando uma empresa desenvolve atividades que ajudem a sociedade (com ética e honestidade), a mesma acaba “conquistando”, de certa forma, o cliente;

    4 – Marketing Digital: Com o advento da globalização, ocorreu o surgimento de diversas tecnologias capazes de “reduzir” as distâncias entre as pessoas, fato que também ocorreu com as “empresas x consumidores”. Hoje, uma empresa localizada do outro lado do mundo é sua concorrente e, desta forma, você precisa trabalhar para “conquistar o cliente dela também”, assim, criar canais de comunicações digitais, usar as redes sociais, desenvolver sites, trabalhar através de e-mails e telefones, são indispensáveis para qualquer empresa, pois, através dessas ferramentas, o cliente poderá interagir em tempo real com você, sanando dúvidas, enviando sugestões e, até elogios.

    5 – Ética: Acredito que a ética não seja uma ferramenta nem uma técnica, muito pelo contrário, ela representa um elemento indispensável para qualquer empresa, pois, de nada adianta a mesma possuir diversos meios de comunicação, divulgação, suporte, vendas e atendimento ao cliente, se ela utilizar informações falsas que confundam e/ou enganem os consumidores.

    Portanto, várias são as técnicas que podem ser utilizadas para que o Marketing da empresa sempre esteja atuando de forma eficaz e eficiente na busca pelos objetivos corporativos, assim, a mesma deverá identificar qual melhor se encaixa em seu sistema, na tentativa do alcance do desenvolvimento de um bom Marketing Boca a Boca (Clientes que recomendam os produtos/serviços de sua empresa para outros consumidores) garantindo a estabilidade e continuação da mesma no mercado de atuação.

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  91. O mercado, como um todo, passa por constantes mudanças de comportamento,devido à globalização e ao acesso cada vez maior às tecnologias de comunicação e às mais variadas mídias de informação.
    Diante deste cenário, uma das alternativas de diferenciação competitiva é investir no relacionamento com os clientes, oferecendo atendimento de excelência, visto que, produto de qualidade e preço competitivo não
    mais são fatores absolutos e determinantes para os negócios.
    Muitos são os estudos desenvolvidos com o objetivo de entender o comportamento do cliente, ao que ele atribui valor e como a empresa deve se organizar para identificar os pontos que podem integrar um valor superior ao cliente. Isso implica em afirmar que o foco das empresas mudou muito nos últimos anos, voltando-se do foco no produto para foco no cliente.
    Atender bem ao cliente não é mais simplesmente recepcioná-lo dentro do estabelecimento, não é mais ser cordial ao telefone, ou responder de imediato o seu
    e-mail. É sim antecipar-se às suas necessidades, identificar suas expectativas, traduzir exigências e oferecer-lhe experiência gratificante ao ser atendido de forma extraordinária. Cuidar das necessidades e exigências dos clientes tem como retribuição,sua preferência e fidelização.
    Os relacionamentos determinam o valor futuro do negócio. Qualquer deslize nesses relacionamentos prejudica o desempenho da empresa (KOTLER, 2003).
    No mundo contemporâneo, as organizações dispõem de várias técnicas e ferramentas de relacionamento, porém, grande parte das empresas não utilizam os dados analíticos que possuem para atingir e interagir com seus consumidores. Além disso,quando estruturam decisões sobre o que os consumidores querem, se baseiam apenas na experiência pessoal ao invés da análise de dados e fatos.

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  92. Aritgo: MARKETING DE RELACIONAMENTO: UM ESTUDO DE CASO DA EMPRESA NORDSTROM VAREJISTA DA MODA NOS ESTADOS UNIDOS.

    Em um mercado globalizado e competitivo que se encontram as organizações atualmente, o marketing se tornou uma chave de sobrevivência e sucesso ao fazer um planejamento voltado a ele.
    Assim como as exigências crescem, os mercados, as técnicas também precisam de inovação. Antigamente, quando ouvíamos falar em marketing, suas ferramentas eram mais simples do que atualmente, mas levando em consideração os mesmos princípios adotados.
    Os meios mais comuns utilizados hoje, é o marketing digital, o boca-a-boca proporcionando imagem positiva em relação aos clientes, marketing social, marketing verde, entre diversos tipos e formas de se fazer um marketing. Mas, todos são acompanhados por planejamento e técnicas contemporâneas como: Composto de marketing, 8 P's, matriz BCG, analise SWOT, 5 forças de Porter, Composto de Comunicação, entre outros, que são inovados conforme o mercado evolui também e a demanda tem necessidades.
    Essas técnicas e ferramentas adotadas e planejadas, fazem com que a organização obtenha uma vantagem competitiva acima de seus concorrentes, diminuindo as ameaças e aumentando as oportunidades.

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  93. Clara e objetiva a explanação, pois aplicando e utilizando de forma correta os Pilares do Marketing em uma empresa ou negócio, serão agregados valores a mesma, que com toda certeza atingirá as metas traçadas.
    Vale ressaltar também que o marketing de relacionamento entre empresa e cliente, além de trazer satisfação a ambos, enaltece o produto perante àqueles que ainda não são consumidores, gerando assim futuros clientes.
    Sendo o marketing uma ferramenta que pesquisa e avalia produtos que serão lançados no mercado, considera desejos e necessidades do cliente, calcula preço de mercado para promovê-lo com o objetivo de facilitar a venda ao consumidor, a ideia de dar treinamento e autonomia ao vendedor coloca o consumidor numa posição de confiança e satisfação. Ele (consumidor) se sente seguro ao adquirir um produto onde o vendedor possui um histórico de cada cliente.
    Diante de todas essas atitudes, baseada na interação entre cliente e empresa, fica claro que a companhia respeita seu consumidor e este manterá sua fidelidade para com a mesma.

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  94. Há diversos elementos que compõem a estrutura do sucesso de uma organização desde o seu nascimento até a sua consolidação no mercado como o modelo de gestão, a cultura organizacional, suas políticas, valores e crenças e o que ela representa para a sociedade. O relacionamento é apenas um desses elementos e não deve ofuscar a verdadeira identidade do sucesso de uma organização. A garantia da qualidade e da satisfação dos clientes é a base para esse relacionamento. Em suma, o fator mais importante é o sucesso dos clientes.
    Manter certo vínculo entre vendedores e clientes pode não ser uma tarefa tão simples se for levado em consideração um número elevado de clientes por vendedor ou se há concorrência entre a equipe de vendedores ou ainda se existir fatores que desmotivam como os conflitos, estagnação e pressão.
    Com base no que foi supracitado e do meu ponto de vista as principais Técnicas de Marketing na atualidade é a Publicidade de Massa: propagandas, anúncios, vídeos virais, merchandagem e os anúncios online; o bom nome (marketing boca-a-boca); patrocínios e por fim o Marketing de relacionamentos.

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  95. Dos pilares estratégicos existentes acredito que 03 deles são essenciais para o começo de uma empresa:
    *Pessoas
    *Preço
    *Produto
    Se a empresa tem os 03 em perfeição, ela conseguirá crescer rapidamente e logo conseguirá atingir os outros 02 pilares, mas para isso é muito importante que a empresa domine o marketing de relacionamento.
    Ao saber trabalhar e se associar melhor com os clientes de diferentes culturas e níveis a empresa conseguira identificar rapidamente seus desejos e com isso saberá lidar melhor com qual serviço poderá oferecer, assim trabalhará para obter menores custos e maiores benefícios e ganhar o mercado.
    A concorrência no mercado hoje em dia está muito acirrada, estar no mercado é cada vez mais difícil, conseguir clientes é fácil, mas mantê-los satisfeitos é muito difícil, e por esse motivo se vê a necessidade do marketing de relacionamento em toda e qualquer empresa.
    Realmente o marketing de relacionamento é uma ferramenta de grande ajuda para uma empresa, mas para obtê-la é muito difícil, pois depende de um trabalho em conjunto com todos que trabalham na empresa, e hoje em dia contar com todos exige muitos esforços.
    Os funcionários devem estar em perfeita harmonia (motivados) com a organização em que trabalha, e a partir do momento que a empresa consegue esse feito, obterão os resultados almejados.

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  96. O presente artigo mostra com clareza a importância do marketing de relacionamento nas organizações. Adentrando ao questionamento apresentado pelo ilustre professor, através do estudo de caso apresentado pode-se comprovar o sucesso dessa ferramenta, quando bem aplicada, podem proporcionar vantagem competitiva por obter informação sobre o público alvo, conhecer suas necessidades, atender suas expectativas e com isso proporcionar satisfação ao cliente no momento da venda.

    Complementando as respostas ao questionamento do nobre colega João Oliveira, as lojas físicas terão de se moldar as novas tecnologias e perfis de clientes para conseguir se manter no mercado, principalmente no que se diz respeito a vendedor.

    Na atualidade, comumente nos casos de clientes mais jovens, os vendedores acabam se tornando apenas “Emissores de Pedidos” onde o cliente chega na loja com conhecimento pleno sobre o produto, já sabendo qual produto atenderá sua necessidade e muitas vezes até mais conhecimento do que o próprio vendedor. Assim neutralizando seu poder de oferta e negociação. Esse perfil de cliente desloca-se até a loja física quase sempre pela opção da retirada a pronta entrega. Fato esse que vem sendo constantemente melhorado por diversas empresas.

    No inicio do ano li um artigo interessante sobre isso e gostaria de compartilhar com vocês:

    http://www.universovarejo.com.br/o-futuro-do-varejo-10-previsoes-sobre-como-a-forma-de-compra-ira-mudar/

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    1. Muito boa a indicação da matéria....contribuiu para o tema em questão..

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  97. Com base no artigo acima e no mercado contemporâneo é sabido que existem várias técnicas de marketing, mas atualmente é necessário ir além do que listar algumas delas, é de suma importância ouvir os clientes e entender suas necessidades, pois os mesmos possuem cada vez mais opções e com isso tornam-se mais exigentes, buscando produtos e serviços de qualidade exigindo rapidez ao menor custo. Para atingir os objetivos é imprescindível uma tomada de decisão adequada a cada situação, procurando entender as razões, atingir as expectativas, agregar valores ao serviço ou produto, porque o mercado atual exige do profissional criatividade, inovação e comunicação.

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  99. Em relação ao artigo citado anteriormente, tenho o seguinte posicionamento e logo após tenho um caso para compartilhar sobre a sucessão familiar, a primeira geração,quem a criou, teve todo trabalho difícil de fazer a mesma conquistar sua fatia no mercado, pois seus clientes ainda não tinham total conhecimento de suas qualidades, sendo no produto oferecido ou relacionamento com os clientes, eles não costumam perder negócios,por exemplo uma venda maior com um preço menor, para fortalecer vínculos com tal cliente . A segunda geração segue a mesma linha de raciocínio da primeira, talvez por ter presenciado todas as atividades que os pais por exemplo tiveram que exercer para que se alcançasse os objetivos almejados. Já a terceira geração olha para a empresa mais como forma de lucro, ganhar dinheiro, talvez por já estar sucedida no mercado e não ter tido tanto trabalho, um exemplo simples, uma empresa vendia seu produto para um cliente a mais ou menos 50 anos, desde a primeira geração, quando se chegou na terceira geração, as vendas não foram mais efetuadas, porque o indivíduo dessa terceira, disse que estavam perdendo dinheiro por fazer uma venda com 3,87% mais barata,do que vender seu produto para outros clientes novos com preço normal, sem desconto. Detalhe o cliente antigo nunca atrasou nenhum pagamento. Penso que a venda deveria ser executada para tal cliente pelos anos de confiança, quem tiver alguma posição sobre o caso, por favor escreva seu parecer.
    Lauder Nastaro Campos CCO 8

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  100. O compartilhamento de conhecimento para as gerações futuras deve ser feito, de forma que mostre seus experiências e conhecimento adquirido com o passar do tempo.
    E que a nova geração tenha um crescimento e preparo na organização para que facilite sua integração ao negócio da família, um estudo adequado para se gerir a organização e seus colaboradores. E se atualizando conforme o mercado, para que consiga atingir a uma necessidade da sociedade, e prospere com os negócios.
    Mauricio de Paulo ADM8

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  101. Compartilhamento e Transferência de conhecimento no contexto de um Processo Sucessório em Empresas Familiares. AUTORES
    FRANCO KAOLU TAKAKURA JUNIOR

    A respeito do artigo postado, podemos citar vários exemplos de processos sucessórios em empresas familiares em que se obtém êxito, e outros em que não se consegue resultados positivos. Os que chegam a excelência são os que procuram se estruturar e repassar os conhecimentos de maneira sábia, como cita o texto. Já os que ficam à mercê da sorte para obterem o sucesso, não conseguem sobreviver ao mercado globalizado e acabam por findar suas atividades. Os motivos são vários, mas acredito que a falta de preparo e experiência dos mais novos são fatores culminantes para o insucesso, não podemos esquecer que o mercado pode ser um poliedro multifacetário, em que, cada lado do mercado oferece uma face diferente para o empresário. E que as vezes o modelo de ontem, já não serve mais para hoje, e se o sucedido não preparou o “terreno” para o mais jovem, e se, o que vai suceder não se preparou tecnicamente e empiricamente para tal fato, ficará quase impossível sobreviver ao “oceano vermelho”.

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  103. Diante do artigo :Compartilhamento e Transferência de conhecimento no contexto de um Processo Sucessório em Empresas Familiares

    Algumas empresas familiares no período de processo sucessório podem se deparar com alguns conflitos relacionados às dificuldades de não separarem as relações familiares das decisões profissionais.
    As mudanças que ocorrem nesse processo em empresas familiares provavelmente implicam transformações em sua cultura. Por isso os fundadores devem estar preparados e preparando os novos sucessores, repassando conhecimentos e experiências, e também ouvindo novas propostas e ideias que os mais jovens podem oferecer. Para que a empresa continue ativa no mercado as duas gerações devem procurar se alinhar e entender uma á outra.

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  104. A sucessão familiar é algo extremamente importante para as empresas que querem dar sobrevida aos seus negócios, as empresas que foram fundadas por pessoas que tem autoconhecimento daquele determinado setor, um dia terão que passar o bastão para os outros, a segunda geração. Nem sempre a segunda geração tem a mesma pegada da primeira, geralmente possui uma preparação maior da primeira, um nível cultural elevado, conhece mais de negocio e está mais atualizado. Os integrantes da primeira geração são os que possuem experiência, o sangue da companhia, que conhece o cliente, o jeito de operar e fez a organização ser um sucesso ao ponto de ter uma segunda geração.
    A regra para se fazer uma boa sucessão familiar, assim como mostrado no artigo, é uma boa preparação, unindo os dois mundos trazendo certa facilidade para atingir o sucesso. Quando um herdeiro não possui o perfil do negocio, ou quando objetivam outra coisa para sua vida, é extremamente importante que seja identificado esse perfil, pois, eles podem estar travando/atrapalhando o crescimento da organização, pondo em risco o negocio.
    Utilizar a experiência dos mais velhos, a atualização dos mais novos, mantendo dentro da companhia efetivamente quem agregue valor ao negocio, assim o processo sucessório irá manter a essência do processo estratégico.

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  105. Com relação ao artigo “Compartilhamento e Transferência de conhecimento no contexto de um Processo Sucessório em Empresas Familiares”.
    Diante da discussão proposta pelo artigo, é denotada a importância da preparação para a sucessão de gerações em empresas familiares. Isso porque é demonstrado através de estudos e pesquisas que uma porcentagem muito baixa de empresas que passam por essa transição conseguem permanecer no mercado, ou mesmo as que permanecem, passam por grandes dificuldades.
    Partindo disso, é nítida a necessidade em se preparar essa sucessão, buscando estruturar os processos de gestão, alinhando a cultura organizacional e os objetivos organizacionais junto aos sucessores, ou seja, fazer com os sucessores tomem conhecimento do modus operandi da Organização.
    Os sucessores, adaptando-se às estruturas organizacionais, trabalhando e participando dos processos de gestão ainda com a geração anterior, conseguem adquirir o conhecimento básico necessário para manter os pilares estratégicos da empresa. A partir disso, do conhecimento desses pilares organizacionais, é que a nova geração de sucessores poderá inserir novos conceitos, implementar novas ferramentas de gestão e buscar trabalhar sempre com inovação, respeitando a tradição organizacional, mas sempre com olhar para o futuro, vislumbrando as mudanças mercadológicas e adaptando-se a elas.

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  106. O processo sucessório em empresas familiares precisa ser um processo meritocrático, ou seja, tem que ocupar membros que conheçam a empresa, tenham conhecimento gerencial e técnico para a sucessão, e esteja alinhado sua missão e visão com a da empresa, além da confiabilidade e responsabilidade.
    Há várias empresas que tiveram troca de sucessor, mas não se prepararam para a transição e a sucessão, portanto, o sucessor acabou assumindo precocemente sem preparo. Isso é prejudicial para as operações da empresa, podendo levar a resultados negativos irreparáveis.
    Um Plano de Sucessão Organizacional é importante para planejar uma sucessão, com etapas de transição envolvendo preparo, desenvolvimento, treinamento, competências gerenciais, confiabilidade e responsabilidade.
    Também é preciso se alertar para as diferentes gerações. Hoje em dia, quem está no comando das organizações geralmente são a geração Baby Boomer, que são pessoas com mais de 45 anos, que são uma geração que tem um tempo de serviço na organização, e são mais tolerantes e pensativos com os problemas organizacionais. A geração Y geralmente nas organizações estão sendo a linha sucessória, que são os filhos, sendo uma geração que acompanhou diversos avanços na tecnologia, é uma geração que não é tolerante, quer movimentações, quer mudança. Os estilos de gerações são questões divergentes na organização, e na questão de sucessão familiar organizacional, pode dar um impacto no desenvolvimento organizacional.
    Podemos concluir que é de extrema importância que a organização faça um Plano de Sucessão Organizacional para planejar a sucessão, a transição, e o desenvolvimento do sucessor.

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  107. Um grande problema no choque dessas duas gerações é o alinhamento dos objetivos e visões pois cada um interpreta a realidade de modos diferentes como por exemplo um perfil antigo mais conservador o marketing boca a boca, o perfil mais novo marketing internet e assim vai.
    Porém como dizia o ditado "o gado só engorda aos olhos do dono" é preciso saber mesclar a presença familiar junto aos objetivos empresariais e levantar até que ponto está sendo vantajoso para ambos.

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  108. COMPARTILHAMENTO E TRANSFERENCIA DE CONHECIMENTOS NO CONTEXTO DE UM PROCESSO SUCESSÓRIO EM EMPRESAS FAMILIARES.
    Conforme o artigo apresentado, demonstra que para uma organização se manter bem administrada foca-se na capacitação para se dar a continuidade entre gerações em empresas familiares.
    Muitos Autores nos comprovam que há uma grande dificuldade para as organizações se manterem estaveis e continua após a transação de gerações. mostrando que muitas delas acabam falindo, ou com grandes dificuldades, sem que consigam se estabilizar para se manterem no mercado ou com crescimento continuo para lucratividade, mostrando-se ser casos complicados.
    Observando o artigo, mostra a grande importancia de que antes aconteça a sucessão, o sucessor deve se preparar. Focando no objetivo da organizção, estudando-a, interagindo com seus processos, administração, buscando obter um conhecimento abrangente do que a organização realiza e almeja. podendo se basear nos que estavam anteriores a eles, para assim, buscar melhorias e eficacia para que possam chegam ao seu alvo. Suma com maior conhecimento, assim será ate mais facil para saber por onde começar, traçar planos, fluxograma e uma metodologia de trabalho eficiente. Assim, sucessores e os anteriores poderão trabalhar juntos e chegarem rapidamento onde a organização deseja.
    O Artigo nos mostra que a primeira geração devem ser orientados por todas as experiencias e fatos que ocorreram na organização para que pudesse se manter no mercado e desse continuidade. Ja a segunda, pode-se dizer "pega o bonde andando" sendo assim, ja adquire o conhecimento com os anteriores e podendo realizar melhorias e novos pilares, novas ferramentas, buscando inovação e melhorias continua.

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  109. O artigo apresenta uma problemática sobre a sucessão em empresas familiares, que é a falta de planejamento de sucessão e de programas de formação das novas gerações. Além disso, fica evidente que em muitos dos casos quando esse é o assunto os aspectos que são levados em conta são de ordem afetiva e emocional, o que pela lógica deveria ser substituído pelas lógicas da administração. Partindo desses pressupostos, a pesquisa apresentada demonstrou a enorme diferença entre um gestor que possui estudos técnicos e teóricos, e outro que sobrevive apenas do conhecimento empírico e acumulado. Vamos destacar a seguir alguns posicionamentos desses gestores que vão contra ao que aprendemos no ambiente acadêmico:
    1/TEX: quando existem dúvidas no âmbito administrativo, o que prevalece é a ideia do proprietário, não sendo buscada nenhuma fonte de consulta bibliográfica!;
    2/TEX: não possui didática para ensinar e entende que os herdeiros devem aprender tudo por conta própria!;
    3/SIE: não liga para a perda do capital intelectual ao dispensar funcionários, muitas vezes demitindo por motivos bobos, como é o caso citado!;
    4/TEX: não gosta de ter dinheiro em banco, prefere trabalhar devendo para forçar a busca por resultados!;
    5/TEX: admite ser um exemplo a ser seguido, afirmando que quem quer aprender precisa segui-lo!; e
    6/SIE: afirma que o proprietário precisa saber de tudo, para que o funcionário não esteja em maior grau de conhecimento!.
    Enfim, ideais como esses só apresentam aos novos gestores boas oportunidades de trabalho, pois durante a leitura do artigo é possível constatar que não existem aplicações dos princípios da administração. Sendo assim, entendo que o processo de sucessão apresentado no texto não aborda os ensinamentos que aprendemos, prejudicando e muito as organizações, pois a transformação de conhecimento tácito em explícito é dificultosa e por falta de uma formação específica os proprietários não conseguem estabelecer uma comunicação saudável que proporcione aumento de capital intelectual. Para contribuir com o espaço, vamos deixar um questionamento: Todo semestre, são vários aqueles que se formam em áreas correlatas com a administração, por meio das quais são transmitidos ensinamentos básicos para efetivação de uma organização no mundo competitivo. Contudo, a maioria das empresas familiares não respeitam tais ensinamentos, e mesmo assim conseguem muitas vezes sobreviver. Por que esse evento ocorre?. Grato.
    Por:http://souzaoliveira95.wixsite.com/evidencie - souza.oliveira95@gmail.com

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    1. João acredito que a cultura da empresa, a falta de conhecimento e a credibilidade e confiança nas ferramentas de sucessão para os gestores são os principais fatores críticos de sucesso..

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  110. Compartilhamento e Transferência de conhecimento no contexto de um Processo Sucessório em Empresas Familiares.

    Com relação ao texto acima, as empresas familiares esperam sempre manter na família o patrimônio para que perdure por gerações. Antigamente os filhos que assumiam um cargo dentro da empresa, tinham os pais ou avôs como referência para se tornarem bons administradores. Porém se percebe o quanto essas empresas eram tradicionalistas e rigorosas com as suas
    Pelo fato dos administradores terem esse perfil, eles conheciam muito bem a sua empresa, seus produtos e alguns dominavam muito bem a arte de negociar. O objetivo de passar a empresa de geração e geração é para que o negócio sempre fique em família, para que seu nome seja lembrado por décadas, e ganhar cada vez mais o Good Will no mercado. Com o passar dos anos, podemos ver que não é bem isso que vem acontecendo, devido à falta de conhecimento, estudos, a falta de interesse das gerações dos filhos em não procurar entender os negócios da família como deve ser. Pois os avôs e pais já estão com uma visão e gestão ultrapassadas, muitos nem são formados, simplesmente herdaram o negócio da família e deram continuidade e outros conquistaram com muito trabalho, esforço e dedicação ao grosso modo falando, mas sem estudo ou graduação alguma, apenas seguiram seus instintos, arriscaram, ganharam, perderam e outros tiveram sorte.
    Os jovens de hoje, deveriam entender e aprender a administrar os negócios da família com os mais velhos para dar sim continuidade ao patrimônio, mas estudar, buscar conhecimentos, informações contemporâneas para adaptar uma nova gestão, e aos poucos fazendo as modificações necessárias nos departamentos para que a mudança não seja drástica e radical de uma só vez e assim mostrar aos stakholders mais velhos que é muita coisa mudou e vem mudando deste de então. Mostrar a eles que as mudanças, que as melhorias são necessárias para manter o Goog Will, o sucesso da empresa.
    São chamadas as gerações:
    Baby Boomers (1950/1960): pessoas que voltaram da guerra e decidiram investir nas vendas de mercados imobiliários;
    Geração X (1960/1970): caracterizada por famílias com menor número de filhos por casal, quando a mulher começou a se interessar em deixar sua rotina mais prática e nessa época nasceu o mercado de telefonia, entrando a era da tecnologia dos quais alguns jovens já tinha acesso.
    Geração Y (1980/1990): é primeira geração a vivenciar a evolução tecnológica desde a sua infância, aprendendo de forma autodidata a lidar com essas novidades da era da internet.
    Geração Z (1995/2000): eles querem tudo pronto na mão, são impacientes, gostam de tudo na hora, tudo para eles é voltado para tecnologia, sejam elas de smart phones, tablets, note-books, internet, etc. É uma geração a qual já vem causando impacto nas empresas devido sua capacidade intelectual, a facilidade de aprendizado. As empresas tem que se adaptarem com as práticas desses jovens para atrair e fixar bons profissionais, pois a visão deles são anos luz digamos assim. Mas as empresas tem por obrigação observarem bem qual o plano de carreira que esse jovem, o que ele pretende buscar dentro de uma organização, se ele realmente está lá para acrescentar dentro da empresa, quais as suas habilidades para que se possa extrair dele o seu potencial, suas experiências, ver se ele tem comprometimento, responsabilidades, entre outras características para que a organização seja bem sucedida nacionalmente e internacionalmente.

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  111. Atualmente, é muito grande a entropia de empresas familiares, visto que a maioria desses empreendimentos não consegue passar pela quinta geração, por isso a importância de uma análise aprofundada nas organizações, identificando os benefícios e dificuldades enfrentados ao longo do processo da passagem do bastão. Além disso, é fundamental analisar as estratégias que os gestores estão adotando para evitar o término da história de seu empreendimento, visto que isso demonstra o grau de preocupação dos gestores em relação à continuidade dos negócios empresariais. Diante disso, as empresas familiares que passaram, estão passando e irão passar por sucessão na gestão dos seus negócios, demonstrando a importância de desenvolver uma estratégia nas pequenas empresas, preparando os sucessores para o enfrentamento do mercado global. Sendo que, para que isso aconteça da melhor maneira possível, é essencial a participação dos gestores e de seus prováveis sucessores em cursos específicos ao ramo de atuação do empreendimento. Obtendo, assim, a continuidade do empreendimento em um ambiente mutável e amplamente competitivo.

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  112. De acordo com o artigo apresentado, percebe-se que a sucessão familiar é uma maneira bem interessante para dar continuidade aos negócios empresariais de uma mesma família e para instigar as novas gerações a fazer parte do mundo empresarial, demonstrando suas habilidades e conhecimentos adquiridos tanto na teoria quanto na prática. O ambiente empresarial é propício para surgir novas idéias e agregar valores aos pensamentos existentes, bem como para abrir caminhos às pessoas que tem mentes empreendedoras.
    Entretanto, muitos empreendedores, sobretudo de empresas familiares, não conseguem alavancar seus negócios por não enxergarem erros estratégicos ou de gestão. Um bom planejamento não garante o sucesso, mas serve para minimizar os erros e otimizar as potencialidades e oportunidades. Manter a competitividade de uma empresa familiar é um grande desafio.

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  113. Se tratando do Compartilhamento e Transferência de conhecimento no contexto de um Processo Sucessório em Empresas Familiares, como cita o artigo acima, é muito importante os envolvidos não se deixarem entrar em crise na hora da sucessão, para a 1ª geração pode ser difícil deixar a empresa e para a segunda geração a dificuldade pode ser tanto o esperar sua vez quanto pegar o jeito e aprender como a empresa funciona.
    A 1ª geração deve passar toda sua experiência de anos com o mercado em que a empesa atua, mas a 2ª geração além de tudo que aprender com a 1ª deve também acrescentar modelos inovadores de administrar aprendidos com os estudos.
    O conhecimento tácito vem das situações do dia a dia das pessoas, por isso é importante a convivência dentro da empresa dos familiares a que esta pertence. E se tratando do conhecimento explícito é importante pois é o que a pessoa já traz com ela dificilmente pode ser mudado mas pode ajuda na empresa.
    Para que as empresas familiares possam amadurecer e crescer nas sucessões é necessário sempre estar buscando conhecimento sobre a própria interação familiar e também do mercado abrangente.

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  114. De acordo com os autores citados no artigo o conhecimento pode ser obtido de duas maneiras, através do conhecimento tácito e através do conhecimento explícito. O conhecimento tácito é subjetivo ligado ao ser humano é mais difícil de ser transmitido, já o conhecimento explícito ele é mais fácil de ser transmitido, ele pode ser adquirido através de manuais ou em alguma base de dados entre outros.
    Em relação ao estudo feito nas duas empresas é possível perceber as divergências de pensamentos existentes em cada uma delas. O dirigente da empresa TEX é um senhor de 60 anos de idade com grande bagagem de conhecimento, porém, tem dificuldades em transmitir seus conhecimentos, para ele às pessoas devem aprender através da prática tentando e errando, cada um tem que aprender por si só, ele não transfere seus conhecimentos a não ser que sejam para as futuras sucessoras que são suas filhas. Já o dirigente da empresa SIE é uma pessoa uma pouco mais jovem e com a mente mais aberta que busca o conhecimento através de cursos técnicos e profissionalizantes, e através da prática do aprender fazendo, para ele o conhecimento deve ser transferido de uma pessoa para outra, dentro de sua empresa todo conhecimento é compartilhado e quando não se sabe busca-se aprender através de cursos ou de pessoas qualificadas.
    Para o dono da empresa TEX sua maior preocupação no processo sucessório é que suas filhas não se interessem em assumir a empresa. Já o que preocupa o dono da empresa SIE no processo sucessório é o relacionamento do seu filho com as pessoas, para ele as interações interpessoais são as melhores estratégias de trabalho e de empreendimento para seu futuro sucessor.
    Diante disso podemos chegar a conclusão que o processo sucessório não é uma coisa fácil de ser passada principalmente quando existem pessoas que pensam como o dono da empresa TEX, onde ele tem dificuldade em transmitir seus conhecimentos. O sucessor que for assumir a empresa vai ter que ter muita habilidade para gerir e saber compartilhar seus conhecimentos.

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  115. O processo sucessório em uma empresa familiar, ocorre normalmente quando uma geração recebe a responsabilidade de conduzir uma empresa. Esse processo para ser bem sucedido é necessário que ocorra enquanto o fundador estiver no comando da organização, até porque é ele que irá passar conhecimento para o seu sucessor, sem isso o herdeiro se sentirá inseguro pela pressão da responsabilidade do cargo. Sendo assim, desde cedo o sucessor precisa se preparar para assumir essa responsabilidade, até porque toda sucessão é um grande risco que a empresa enfrenta. O herdeiro precisa ter ciência que não herdará uma empresa e sim todo um legado que terá que transportar para as futuras gerações.

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  116. Artigo: Compartilhamento e Transferência de conhecimento no contexto de um Processo Sucessório em Empresas Familiares

    O artigo vem mostrar a importância das informações passadas de forma adequada dentro da organização, pois quanto mais nós compartilhamos conhecimentos e ideias iremos receber de volta também. Os autores compararam os ativos do conhecimento e os ativos materiais, ou seja, os ativos materiais obtêm perda de valor com o passar dos anos e já os ativos dos conhecimentos haverá ganhos, quanto mais você passa os seus conhecimentos mais ideias vão surgindo e mais conhecimentos vai sendo adquirindo. Esse processo podemos ver em nosso ambiente de trabalho que é aonde passamos a maior parte do dia.
    Depois de passarmos pela importância do conhecimento, existe duas formas de entendermos melhor com base a duas empresas familiares em setores Têxtil são elas: Conhecimento Tácito e o Conhecimento Explícito.
    Conhecimento Tático: Esse tipo de conhecimento é o que o indivíduo adquiri ou adquiriu ao longo da sua vida, com as experiências do dia a dia, esse tipo de conhecimento é difícil de ser transmitido.
    Conhecimento Explícito: É o inverso do Tático, aonde o indivíduo consegue passar/transmitir o conhecimento em uma explicação em gráficos, imagens, dentre outros meios de comunicação.
    Com base nas duas empresas familiares com meios de pesquisas, os autores explicam que existe uma preocupação muito grande dentro das empresas familiares, pois são a minoria que conseguem chegar a terceira geração, a preocupação dos antepassados é grande, ou seja, já e difícil chegar a segunda geração, pois o primeiro dono precisa primeiramente passar as informações para o próximo (Filho do Dono), a terceira geração é ainda mais complicada, os pensamentos não batem entre filho e neto, as ideias são outras e o medo de assumir é muito grande, sendo assim fica mais complicado conseguir continuar com a organização. Mediante disso é necessário entrar com as estratégicas, que irá transmitir e interagir um com o outro.

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  117. A convivência entre diferentes é, quase sempre, um problema. Isso também ocorre quando a diferença envolve faixa etária, uma vez que grupos de variadas gerações podem possuir valores e interesses muito distintos. O jovem, por exemplo, visto muitas vezes como um "rebelde sem causa", que age de modo inconsequente e tanto desafia os limites de instituições tradicionais, como a família e a escola, é, por outro lado, o mesmo que tem sido caracterizado historicamente como um revolucionário, aquele que se levanta contra uma situação estabelecida. São também os representantes das novas gerações, mais adaptadas às mudanças tecnológicas, que têm promovido grandes avanços nas relações de trabalho do mundo contemporâneo.

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  118. Como diz no texto, 90% das empresas do mundo são familiares, em contra partida só 30% das empresas familiares chegam a segunda geração no Brasil, pois muitos executivos da primeira geração acreditam que seus sucessores são a melhor escolha para dar continuidade nos seus negócios e nem sempre isso acontece por vários motivos.
    Um dos fatores e falta de interesse de seu sucessor, às vezes até mesmo por não querer seguir o mesmo ramo, falta de capacidade para controlar os negócios, etc. com isso as empresas perdem sua capacidade de ter uma continuidade, assim elas acabam por não atingir sua maturidade, e se quer conseguem entrar em sua segunda geração.
    Primeiramente os sucessores precisam ter capacidade, potencial para manter a empresa ativa nos dias de hoje junto com o conhecimento tácito que pode ser aprendido com a geração anterior e ao explicito que conseguirão com estudo e experiência, formando assim um tempero ideal para que a empresa não entre nos dados estatísticos da segunda ou terceira geração que são ou seu fechamento, ou venda para outros empresários.

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  119. Compartilhamento e Transferência de conhecimento no contexto de um Processo Sucessório em Empresas Familiares.

    O artigo nos mostra que as empresas familiares tendem a passar por sucessões, pais e filhos ou entre familiares.
    Os autores nos mostram que empresas familiares passam por conflitos de ideias acompanhadas por gerações. Se não houver uma boa sucessão a empresa poderá passar por problemas e vir a fechar.
    Concluímos que o conhecimento e experiência é primordial para estar neste mercado competitivo.

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  120. Fica claro que as empresas familiares são de suma importância no mundo e principalmente no Brasil.
    Sobre o direito de sucessão nos cargos de direção, apesar de ser hereditário ou conforme a lei (código cívil), nem sempre essa escolha é a melhor, ou seja, a falta de interesse ou incapacidade do sucessor pode atrapalhar na evolução da empresa. Por outro lado, não houve tempo para a preparação do sucessor, como diz abaixo.
    Concordo plenamente com Oliveira (2006), que a maioria das instituições espera o fundador falecer e, depois elaborar um plano de sucessão. E discordo com Lodi (1998, p.21) quando ele considera uma empresa familiar a partir da segunda geração.
    Os dirigentes da TEX E SIE têm pensamentos, visões e maneiras diferentes de transmitirem seus conhecimentos sobre a condução de suas empresas.
    No primeiro caso a empresa usufrui do conhecimento tácito, aprende errando, embora o envolvimento de todos os colaboradores se faz necessário. Enquanto no segundo caso busca o conhecimento explicito, onde de modo formal as informações são compartilhadas. Sabe-se que a base da criação do conhecimento organizacional é, portanto, a conversão do conhecimento tácito em conhecimento explícito é vice-versa.
    Diante das dificuldades, os dirigentes concordam que seus sucessores tem que ter experiência prática combinada com formação escolar, com anos de estudo formal seja qual for o processo de sucessão.

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    1. Adilson, eu concordo com o auto em que empresa familiar é da segunda geração em diante, com certeza o autor se referiu a evolução, onde o pai cria a empresa e essa se torna dos filhos. Se pensarmos de outro ponto onde a empresa se inicia com 6 irmãos, vejo isso como o inicio de um empreendedorismo, como se esses irmãos fossem os acionistas, onde um presta conta para outro, mesmo com opiniões diferentes mais com o objetivo vidente que é o lucro, não fugindo muito disso. Quando se tem a geração dos filhos fica claro o termo “nasceu em berço de ouro” e começa a fugir da visão e a pecar em conceitos administrativos básicos, além de usar a empresa para custear o luxo próprio.

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  121. No ambiente organizacional habilidade de comunicação e demonstração de técnicas são princípios para a boa administração de um negócio. Podemos notar que grandes empresas há uma diversidade de cultura, gerações e profissionais onde trabalham buscando o melhor para o alcance dos seus objetivos. Por outro lado empresas familiares notamos que há uma certa particularidade em comunicação, principalmente quando se trata no assunto de sucessão familiar, onde existem proprietários que tem um pensamento centralizador e fechado.
    Como no artigo descrito, onde nos oferece visões antagônicas de dois proprietários que trabalham de formas diferentes como passar suas habilidades e conhecimentos. No caso existe um profissional centralizador que tudo passará por ele e treinará seus sucessores de uma forma onde o conhecimento técnico é valorizado sem que necessite de estratégias mais explicitas. Já outro profissional com um conhecimento explicito buscando transmitir o conhecimento melhorado com uma visão mais abrangente do que o outro.
    Há um choque de gerações quando é tratado de sucessão; denotamos habilidades diferenciadas quando observamos ideias diferentes e como gerenciá-las. Muitas empresas familiares se perdem quando passada de pais para filhos que entendem de maneiras diferente como “tocar” o negócio. Passar o conhecimento e habilidades deve-se ter uma boa comunicação e principalmente expandir a visão para obter um crescimento e achar inovações e técnicas maximizadoras.

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  122. Sabemos que o conhecimento é um fator de suma importância para os gestores em qualquer organização, mas não podemos esquecer também que além desse conhecimento ser difícil de passar para a próxima geração sucessora, muitas organizações não tem a visão de transmitir para o indivíduo adequado, fazendo com que as empresas não vão adiante. Damos uma ênfase nas empresas familiares, que na maioria não passam para a próxima geração, elas transferem na maioria das vezes, uma responsabilidade para a pessoa inadequada, parente ou amigo, os chamados Q.I (Quem Indica). Algo que hoje em dia é considerado normal. Poderíamos destacar aqui diversos exemplos, ao que tange esse assunto, mas cabe destacar o fator negativo: pessoas não qualificadas, serviço mal desempenhado, baixo rendimento, em caso extremo como a falência e assim por diante. Um bom gestor tem que ter a capacidade de saber diferenciar, o que lhe pode ser útil e rentável. Infelizmente não é isso que acontece nas famosas empresas com a cultura familiar.

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  123. Do meu ponto de vista, a empresa familiar é caracterizada pelo modelo de gestão e pelas características de seu pessoal, se ela prioriza a confiabilidade ou o capital intelectual dos colaboradores, sendo que um gestor pode ser dotado de conhecimento, mas pode ser desonesto. A preparação de um novo líder capacitado e treinado que preserve a cultura organizacional e mantenha a visão da empresa próxima da qual já era é extremamente importante no ato da transição do poder. Algumas vezes, o próprio proprietário pode criar resistências psicológicas com relação a isto, por se sentir insubstituível. Um filho descomprometido pode ser resultado de uma liberdade exacerbada e de uma vida fútil. Esta falha provém da carência de conhecimento explícito e da má educação. No entanto, se existir o interesse próprio e o mérito, ou seja, o talento, a aprendizagem flui de forma natural e contribui para o sucesso da organização criando um potencial de diferenciação futura. Embora um sucessor possa se sair bem, ele jamais será igual ao anterior, com certeza, haverá convergências e divergências entre as tomadas de decisões. Tais oscilações, no geral, necessitam de cuidado para não desestruturar a empresa.

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  124. Compartilhamento e Transferência de conhecimento no contexto de um Processo Sucessório em Empresas Familiares.
    O Artigo nos aponta a transação de gerações dentro das organizações.
    Apontando claramente os conflitos que podem ser deparados, podendo muitas vezes não separar o que convém a família com a parte profissional, e assim podendo muita das vezes prejudicar drasticamente a organização.
    A sucessão apresentada na primeira geração mostra pessoas que entram nas organizações e morrem nelas, não sai da organização, já a segunda mostra que não ha muito envolvimento por ter que esperar sua vez ou até mesmo se adequar ao modo que empresa já atua.
    Porem, mostra que a primeira tem tido métodos para se manter no mercado, porem a segunda geração, aprende com a primeira e ainda cria inovações para um melhor resultado e se manter no mercado com inovações e novas ferramentas.
    “Na verdade trata de uma repassagem ética, consciente e coerente de poder, expressada como afastamento, não é a família em si que atrapalha a empresa, ou vice-versa, mas a ignorância dos problemas desse relacionamento e a falta de um código de relações”. O que pode ser considerado que toda família possui problemas, assim como toda empresa, a empresa familiar também precisa, identificar as suas forças e fraquezas, para construir sobre as primeiras e neutralizar as últimas, dessa forma pode-se começar a entender onde estão os processos que não dão resultado, tentar se possível amenizá-los, e os pontos onde já se reconhece como sucesso, aperfeiçoá-los.

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  125. As empresas familiares são aquelas administradas pelos membros da mesma família ou por um pequeno número de famílias que partilhem de uma visão de negócios que seja sustentável entre gerações. O processo de transferência da gestão dentro da própria família consiste em um período complexo dos empreendimentos familiares, pois a sucessão pode ser considerada como a substituição do criador do empreendimento por um sucessor, no qual poderão ocorrer choques culturais entre eles.
    Estes são alguns fatores que prejudicam o compartilhamento e Transferência de conhecimento na sucessão familiar: a falta de confiança entre receptor e transmissor, diferenças de culturas e vocabulários, falta de tempo e de locais de encontro, intolerância a erros, deficiência de capacidade de absorção dos receptores, dentre outros são fatores que dificultam o processo de transferência do conhecimento. Tais dificuldades podem ser encontradas no processo de sucessão familiar, visto que, a transferência do conhecimento intergeracional envolve laços afetivos e subjetivos complexos.

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  126. Diante do artigo "Compartilhamento e Transferência de conhecimento no contexto de um Processo Sucessório em Empresas Familiares", podemos ver o alto crescimento de empresas familiares no mercado global, mas, muitas não chegam a sucessão da segunda geração e muito menor o numero das que chegam à terceira geração.
    Em meu ponto de vista, essa problemática se dá as mudanças de comportamento das gerações, da tecnologia, de novos empreendimentos. As ideias de empreendedorismo da geração de hoje, é diferente das ideias que nossos pais e avós tinham quando provavelmente abriram seus negócios. Não digo isso em geral, pois muitas organizações ainda conseguem suceder perante gerações.
    Vejo em meu caso, meus pais possuem uma fabrica de acessórios, bijuterias femininas, mas eu trilho outro caminho para seguir carreira, por isso acho que as gerações estão se tornando cada vez mais independentes em fazer o que gosta, por isso acredito que a sucessão de conhecimento pode dar certo até um certo ponto, claro que é importante continuar uma organização bem sucedida por familiares que já estão por dentro dos assuntos, mas vai depender muito das gerações, tecnologia, mercado da época, ética e até comprometimento familiar e pessoal.

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  127. A sucessão em cargos de liderança é um dos principais desafios para as empresas familiares.
    Esse desafio se deve ao fato de como conduzir a sucessão familiar sem que isso possa prejudicar a empresa ou até mesmo ao fato de leva-la a falência, como é o caso de muitos.
    O empreendedor que funda a empresa e a desenvolve geralmente tem a visão de mercado aprofundada e isso se deve por sua vasta experiência obtida ao longo de sua jornada, e escolher seu sucessor é um processo muito delicado, pois em muitos casos sucessores entram nas empresas sem serem preparados para tal função, o que vem a comprometer a vida da empresa.
    Para haver uma boa sucessão deve-se obter um cuidado gerencial, e uma preparação e desenvolvimento dos herdeiros, e para isso é necessário um planejamento estratégico.
    Um plano de sucessão ajudará muito para essa transição, porem nem todas as empresas dão a devida importância para esse assunto. Por mais que hoje em dia tenha profissionais qualificados e especializados na área, muitas empresas não possuem o devido interesse.
    Além do plano de sucessão é muito importante que o futuro líder da empresa tenha um grande conhecimento da empresa e dos processos da mesma, isso facilitará muito na hora de assumir a empresa como um todo, e continuar o processo de crescimento que seu antecessor lutou para obter.

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  128. O tema abordo sobre o Processe Sucessório em Empresas Familiares é bem amplo e como os estudos nos mostram, a porcentagem de empresas que tiveram essa sucessão e que conseguiram se manter no mercado é muito baixa.
    Pode-se observar nas respostas dadas dos dirigentes das empresas consultadas que há a necessidade da transferência e compartilhamento, ou seja, o conhecimento (seja ele tácito ou explícito) aos sucessores.
    Lembrando que conhecimento tácito é aquele que o indivíduo adquiriu ao longo da vida. Geralmente é difícil de ser explicado a outra pessoa, pois é subjetivo e inerente as habilidades de uma pessoa. Está relacionado com a experiencia de vida de cada um, é o conhecimento que está dentro de nós.
    Já o conhecimento explícito é formal, claro, regrado, fácil de ser comunicado, pode se obter através do estudo encontrado em livros, revistas e documentos.
    O artigo demonstra as divergências entre os dirigentes quanto a: Idade, escolaridade, experiências retiradas de suas próprias histórias vida, ramo de atividade, forma de pensar em relação ao processo sucessório, obtenção de novos conhecimentos, forma de se posicionar em períodos de crises econômicas, entre outros.
    Os dirigentes concordam que alcançaram o conhecimento através do processo "aprender fazendo".
    O estudo confirma que o processo sucessório não pode ser tratado apenas pelos aspectos lógicos da administração. Ele envolve também estrutura afetiva das pessoas envolvidas. Requer atenção nas formas e maneiras utilizadas para compartilhar e transferir conhecimento aos sucessores. Dessa forma as novas gerações terão ainda mais condições de modernizar e tentar manter a empresa familiar no mercado.

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  129. O Compartilhamento e Transferência do conhecimento no decorrer do processo sucessório para a manutenção de uma empresa familiar pode gerar diversos desafios, porem para que a empresa consiga sobreviver competitiva no mercado é essencial que esse processo seja planejado e realizado com o máximo de eficiência e cautela possível. Respeitando todos requisitos necessários para uma gestão eficiente no futuro.
    Dentre as gerações com certeza haverá um conflito no jeito e forma de se fazer negocio, aprender,competir no mercado, dentre outros. Fatores esses que podem gerar desafios para quem passa a sucessão como para quem a recebe.

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  130. Perante análise do artigo referente à sucessão familiar, nota-se que uma das maiores dificuldades encontradas é a ausência de confiança por parte do fundador ou diretor de deixar à administração da organização nas mãos de um indivíduo não preparado para desempenhar tal função naquele momento. Por outro lado nota-se uma resistência aos novos modelos e métodos de administrar, devido a organização operar sempre da mesma maneira há muito tempo, onde a reestruturação é sempre necessária e impacta fortemente nos resultados, pois o mercado exige constante mudança para se manter atuante.

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  131. É possível perceber através da leitura do artigo apresentado, o crescimento de empresas familiares no âmbito mundial. No entanto a sucessão da segunda geração em diante mostra que normalmente não garantem bons resultados.
    Na nossa região a grande maioria das empresas é familiar, percebemos os rotineiros conflitos ocorridos entre as gerações, que vai aumentando a cada geração, seja por desorganização, divergências de ideias, má administração, etc.
    Contudo é possível analisar que ainda existem sucessões que dão certo, conforme indicado no estudo é possível realizar o compartilhamento e transferência de conhecimentos as novas gerações desde que seja de forma bem estruturada atentando-se ao fato de que deverá ser trabalhada tanta a parte teórica, pratica e afetiva. Assim essas gerações terão maiores chances de sucesso.

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  132. Compartilhamento e Transferência de conhecimento no contexto de um Processo Sucessório em Empresas Familiares.
    Mediante o artigo, fica nítido a dificuldade de manter as estrutura de uma empresa familiar em geração para geração, o mercado esta em constante mudança, ou seja, novidades e atualizações, para que haja tal engajamento de mercado e empresa familiar, é necessário o compartilhamento de ideias, porem a geração antiga ainda permanece na defensiva, quanto à nova, são ambiciosos, eis o choque de ideias e consequentemente uma grande barreira para o futuro da empresa, fatores estes que podem ser evitados mediante aceitação das partes, ou ate mesmo uma nova cultura na empresa, advinda da nova geração ou até mesmo de fora da família, onde no meu ponto de vista seria o mais viável. Por mais que seja uma empresa familiar onde à mesma pretende passar sua cultura de geração para geração, não podem ser descartados novos conceitos, vivemos em constante atualização, a cada ano que passa algo novo surge, e o mercado não para, precisa acompanhar tais novidades, é necessário acolher uma cultura nova, uma geração nova, ou seja, geração nova somada com a experiência dos mais velhos, eficácia em seus objetivos.

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  133. Com a leitura do artigo “Compartilhamento e Transferência de conhecimento no contexto de um Processo Sucessório em Empresas Familiares”, podemos perceber, primeiramente, que a cada dia que se passa, o número de empresas familiares aumenta, não só em nosso país, mas em todo o nosso planeta.
    No topo da hierarquia desses modelos de empresas, possuímos indivíduos que, nem sempre possuem conhecimentos intelectuais de seu negócio, mas que dispõem de conhecimentos práticos e, por conta destes, conseguem fazer com que sua empresa prospere no mercado de atuação, contando com o suporte de colaboradores com extremo conhecimento em diversas áreas que um negócio pode possuir (financeiro, vendas, compras, fiscal, recursos humanos, etc.). Porém, em um determinado momento é necessário que essa pessoa se afaste da empresa, fato que necessita ser cuidadosamente planejado e desenvolvido.
    Ao se afastar da empresa, obviamente o dono procurará colocar em seu lugar alguma pessoa de sua confiança, onde, na maioria dos casos das empresas familiares, essa pessoa é um parente, ou seja, um filho, irmão, sobrinho, etc.. Por conta deste grau de parentesco e, também, pelo de confiança depositada nessa pessoa, o dono não se preocupa muito com o conhecimento que a mesma possui, fato que pode apresentar um risco extremo para a sobrevivência de seu negócio. Colocar um parente para tomar conta de sua empresa sucedendo sua posse na mesma não é uma atitude errada, errado é entregar seu negócio nas mãos de alguém que não possui nenhum tipo de preparo para administrá-la e, mais errado ainda, é não compartilhar seu conhecimento – mesmo que seja apenas prático – para essa pessoa.
    Assim, há dois pontos que devemos analisar, onde, o primeiro, é o fato de que os donos de empresas necessitam estar buscando formas de transmitir seus conhecimentos, sejam eles intelectuais ou práticos, tendo em vista que, por terem convivido neste ambiente competitivo e de rápidas mudanças, os mesmos possuem uma vasta experiência sobre o negócio e, também, o mercado de atuação que o mesmo está inserido, podendo ensinar ao seu sucessor como agir, evitando os riscos e maximizando os resultados empresariais. O segundo ponto a ser analisado, é o fato das pessoas que possuem alguma empresa em sua família deverem procurar, caso possua interesse, formas e meios de estarem sempre se atualizando e aprendendo coisas novas, ou seja, estarem sempre demonstrando o interesse em absorver conhecimentos, buscando frequentar cursos técnicos, faculdades, palestras, congressos, debates e outras formas de aumentar seu capital intelectual, pois, no momento em que uma oportunidade de sucessão empresarial surgir, ela estará apta a aceitá-la, gerindo a empresa com qualidade e segurança.

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  134. Hoje em dia grande parte da economia do nosso país é de empresas familiares. Nessas empresas quando ocorrer à necessidade de substituir a liderança, ou seja, ser passada para seu sucessor, por qualquer motivo que seja, é evidente de que a empresa entrará num processo de mudanças, contudo o sucessor tem por responsabilidade de que o negócio deverá continuar prosperando.
    Para isso o fundador (sucedido) deverá ter uma plena certeza e confiança de que seu sucessor está preparado e tem conhecimentos necessários para assumir o seu lugar.
    Segundo BERNHOEFT (1989, p. 73-76), “o sucessor tem a função de dar continuidade e desenvolver seu empreendimento, e não pode comparar-se com o sucedido ou tentar imitá-lo e superá-lo, pois o perfil do fundador é completamente diferente do sucessor”, ou seja, o sucessor não poderá achar que sabe mais que o fundador (sucedido) da empresa, pois parte do conhecimento que se adquiriu foi através do fundador (sucedido), ou tentar imitá-lo, pois cada um tem um perfil, atitudes, maneiras diferentes de tocar o negócio.

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  135. No meu ponto de vista quando se trata de empresa familiar, o caminho percorrido por uma organização para aperfeiçoar sua maneira de realizar as rotinas, é diferente de como essa mesma organização aprende a fazer algo novo.
    Uma organização composta por muitos grupos precisa de abordagens diferentes para melhorar seu desempenho”, pois diferentes aprendizagens estão acontecendo ao mesmo tempo. Alguns grupos estão se aperfeiçoando e, ao mesmo tempo, outros estão construindo um novo conhecimento, obrigando a organização a se capacitar para combinar seus esforços, não permitindo que nas inter-relações complexas que se processam entre os grupos, estes acabem por se prejudicar.
    E para trilhar este caminho, propõe que a organização, por ela mesma, abra-se ao aprendizado contínuo, se recriando continuamente, se transmutando de uma Processo de sucessão em empresa familiar.
    Para o sucesso e a preservação do negócio familiar é necessário construir valores e discutir abertamente os temas gestão profissional e sucessão, pois o desafio do planejamento sucessório prévio é, com toda certeza, menor e menos oneroso do que a resolução de conflitos entre os familiares pela participação na empresa.

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  136. O Planejamento Estratégico é o ponto de partida para qualquer empresa, ele quem determina a estratégia a ser seguida, ou seja, definindo seus projetos e planos de ação. Apesar das dificuldades das pequenas empresas em utilizar o planejamento, é com ele que os gestores prevê os problemas e assim, saná-los. A boa gestão organizacional é um fator determinante para a sua sobrevivência e desenvolvimento.

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  137. Com todas as mudanças e incertezas existentes hoje no mundo em que vivemos, principalmente com crises econômicas e políticas, como o Brasil vem sofrendo, cada vez mais as organizações precisam acertar nas decisões a serem tomadas. O planejamento estratégico sem dúvida é um dos melhores caminhos para acompanhar essas mudanças e evitar essas incertezas, é a ferramenta necessária e fundamental sendo uma empresa de pequeno ou grande porte, pois permite o planejamento do futuro da organização, objetivos a serem alcançados e os métodos de como chegar a esses objetivos. A partir do processo de planejamento estratégico a organização identificará as oportunidades e ameaças em um mercado competitivo como o atual.

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  138. Diante do artigo apresentado, o planejamento estratégico é uma boa oportunidade para a empresa rever e assumir seu importante papel no mercado. Por este, as pequenas empresas podem ser orientadas a cumprir sua exata função, traçando metas e objetivos sempre levando em conta as limitações existentes na empresa.
    O planejamento estratégico é um instrumento administrativo flexível que pode causar mudanças tanto no ambiente econômico, político, social ou até mesmo tecnológico. A empresa tem que estar disposta e disponível para se ajustar nessas mudanças usando-as como pontos positivos no mercado.

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  139. Como as pequenas empresas enfrentam diversas limitações, desde estrutura física, recursos humanos, recursos financeiros e de gestão, a implantação de um planejamento estratégico se torna muito complicado. Porém os gestores devem tentar implantar aquelas estratégias que sejam mais favoráveis ao sucesso em um determinado período. É importante conscientizar os gestores sobre a importância do planejamento estratégico, até porque ele é essencial para a sobrevivência das empresas, porque é através dele que se passa conhecer muito bem a natureza do próprio negocio e as potencialidades dos mercados, visualizando o futuro e se preparando a enfrenta-lo.

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  140. Com relação ao artigo “PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO: A IMPORTÂNCIA E AS DIFICULDADES DAS PEQUENAS EMPRESAS EM ADOTAR UM PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ADEQUADO”.
    Fica nítido, através do estudo do artigo em questão, da importância do planejamento estratégico não apenas às grandes Organizações, mas também às pequenas empresas. Isso se deve ao fato do mercado estar cada vez mais competitivo e, utilizar-se dessa ferramenta administrativa é indispensável não apenas para garantir seu desenvolvimento e crescimento, mas também como quesito necessário para sua sobrevivência organizacional.
    No entanto, devido a questões como gestão familiar e centralizadora, bem como complexidade de implementação, investimento e monitoramento, por vezes o planejamento estratégico é visto como algo além das condições e possibilidades das pequenas empresas, que o entendem como algo de difícil acesso, possível apenas a grandes empresas.
    Por outro lado, o planejamento estratégico é necessário para agregar valor às empresas, fazendo com que se destaquem frente aos concorrentes e criem mecanismos de proteção frente potenciais ameaças, otimizando seus processos e maximizando sua rentabilidade/lucratividade, viabilizando as metas e atingindo com maior eficiência os objetivos organizacionais.

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  141. Sobre o uso do planejamento estratégico, vamos citar o exemplo apresentado na palestra do professor Guerreiro (3º Simpósio de Controladoria UNIMEP - 2016). Em um estudo realizado nas grandes empresas (que possuem alto nível de faturamento), constatou-se que a maioria delas para agregar valor utilizam ferramentas voltadas para o campo da administração, resultado esse que surpreendeu os pesquisadores, os quais esperavam obter como resposta ferramentas relacionadas diretamente com a controladoria. O PE é uma ferramenta da administração, e esta mais presente no contexto dessas organizações de médio e grande porte. Nas micro e pequenas empresas, pessoalmente falando, parece que planejamento é uma condição imposta pelo ambiente, ou seja, essas empresas parecem que só adotam ferramentas do princípio da administração quando o "calo aperta", gerando um impacto enorme para os clientes internos. A grande problemática que envolve a implementação do PE, é o reflexo que esse ato causa na cultura organizacional. Levando em consideração a nossa região (que é a região que temos maior propriedade para descrever), nota-se que as empresas ainda não estão atentas aos benefícios do PE, e nesse sentido concluímos que tem muitos empresários perdendo rentabilidade por falta de controle gerencial. E você caro leitor, qual sua opinião sobre a nossa região? Por:http://souzaoliveira95.wixsite.com/evidencie - souza.oliveira95@gmail.com

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    1. Muito bem colocado caro amigo, infelizmente a carência de estratégia e meios eficazes nas microempresas de nossa região fica cada vez mais nítido, no meu ponto de vista a cultura é o fator chave para tal erro, ainda temos muitos empresários com o seguinte pensamento; compro por R$ 5,00 vendo por R$ 10,00. Isso nos mostra total desconhecimento mediante estratégia, ao vender pelo dobro tende – se a dizer que houve lucro, mas cobriu suas despesas? Uma empresa não é somente o produto, tem funcionário, agua, luz, as vezes aluguel. Tais despesas foram introduzidas no valor de venda do produto? Eis a necessidade de um PE (Planejamento Estratégico). Porem só é lembrando quando estão ponto de fechar as portas.
      Espero ter colaborado com seu depoimento.

      Por: Michael S. Carvalho
      http://mcarvalho06.blogspot.com.br/

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    2. Prezado parceiro Michael. Todo ponto de vista é fundamental para a formação de um conceito, e concordo com suas palavras. Trabalhamos em um ambiente conservador, em uma cidade conservadora de uma região com desenvolvimento lento. E aqui cabe uma reflexão para debate: como podemos mudar a cabeça do empreendedor com fortes traços de sua cultura? Uma das respostas é demonstrar com números a eficácia de um planejamento melhor estruturado, pois essa parece ser a única linguagem que muitos entendem. Mas dai vem novo questionamento: Como criar demonstrativos se você trabalha em um ambiente fechado que não proporciona espaços para a criatividade? Como podemos demonstrar possíveis melhores resultados com projetos inovadores se não temos acesso as informações necessárias de todas as áreas? Como iremos aplicar o conhecimento acadêmico em um ambiente que não proporciona desenvolvimento de carreira? Como?. Obrigado!
      Por:http://souzaoliveira95.wixsite.com/evidencie - souza.oliveira95@gmail.com

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  142. Diante do artigo: Planejamento Estratégico: a importância e as dificuldades das pequenas empresas em adotar um planejamento estratégico adequado.

    Entro em concordância com o Colega João, que a maioria de micro e pequenas empresas só adotam o planejamento estratégico, quando o “calo aperta”, usam como uma última opção de sobrevivência no mercado competitivo em que vivemos. O planejamento estratégico não deve ser visto assim, e sim como uma ferramenta necessária para o desenvolvimento da organização, pois com ele a empresa terá uma visão mais ampla do mercado, podendo identificar ameaças e oportunidades que poderá leva-la a ter vantagem competitiva diante de seus concorrentes.

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  143. As micro e pequenas empresas devem se ter plena consciência da onde querem chegar, sem isso jamais se tornaram grandes suficientes para disputar com as demais empresas do mundo, diante desses obstáculos que o planejamento estratégico se mostra presente para ajudar o pequeno empresario a não só se manter no mercado mas também evoluir no mesmo, para se chegar em algum lugar é preciso saber para onde está indo e para saber onde está indo é preciso saber onde quer chegar, diante disso que o planejamento estratégico se torna vital para qualquer empresa independente do seu porte, no 3º Congresso de Finanças e Contabilidade da UNIMEP o Palestrante: Prof. Dr. Reinaldo Guerreiro em seu estudo apresentou as ferramentas mais utilizadas pelas empresas e adivinha quem estava lá nas 3 primeiras colocações planejamento estratégico.

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  144. O Planejamento Estratégico, ferramenta que as grandes empresas usam, também tem sido adotado por pequenas empresas, pois o mercado cresce e se elas não fazerem nada para acompanhar isso, certamente vão falir. Sendo hoje uma ferramenta essencial para se desenvolver. O planejamento estratégico é primordial para o desenvolvimento e crescimento das empresas, mesmo que sejam empresas de pequeno porte e comércios. Fazendo melhorar no que já é eficaz, eliminar seus pontos fracos e gerir melhor suas oportunidades, podendo assim tomar mais cuidado com as ameaças. Por uma grande parte dessas empresas serem familiares, ainda há uma resistência na implantação do PE, mais isso tem mudado conforme o passar do tempo, mostrando a evolução dessas empresas na forma de pensar e gerir seus negócios.

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  145. De acordo com o artigo "PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO: A IMPORTÂNCIA E AS DIFICULDADES DAS PEQUENAS EMPRESAS EM ADOTAR UM PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ADEQUADO", o planejamento estratégico é uma ferramenta muito importante que gera vantagem competitiva à organização e a deixa alinhada com sua missão, visão, valores e objetivos organizacionais.
    O planejamento é um processo que requer bastante trabalho, pessoas especializadas e muito conhecimento e atenção às ferramentas e técnicas que são utilizadas, e acredito que seja a maior dificuldade das pequenas empresas ao implantar em sua organização.
    Atualmente, as pequenas empresas que não se aderirem ao planejamento estratégico, consequentemente ficarão para trás perante um mercado competitivo, que requer cada dia mais inovações, tecnologia, entre outros. O Planejamento ajuda as organizações na tomada de decisão, podendo assim olhar para o futuro para obter as ações no agora, para que no futuro se vierem a acontecer, sejam feitas do jeito correto com suas respostas planejadas.
    Hoje em dia, até para organizar uma viagem precisamos de um planejamento para que tudo ocorra da maneira certa, fazendo com que seja divertido e proveitoso, sem problemas ao decorrer da viagem.
    Assim, pode-se dizer que o Planejamento Estratégico é fundamental ser aplicado desde as pequenas empresas como as maiores, pois esse processo traz muitos benefícios a organização.
    O Planejamento também tem suas dificuldades, um tempo maior a ser destinado as atividades, mas perante todos os estudos sobre Planejamento, é visível que seus benefícios trazem melhorias mesmo passando por dificuldades em sua implantação.

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  146. De acordo com o artigo, PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO: A IMPORTÂNCIA E AS DIFICULDADES DAS PEQUENAS EMPRESAS EM ADOTAR UM PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ADEQUADO pode se entender tal relevância do planejamento estratégicos dentro das organizações.
    O processo de planejamento estratégico compreende a tomada de decisões sobre qual o padrão de comportamento que a organização pretende seguir, produtos e serviços que pretende oferecer, e mercados e clientes que pretende atingir. (MAXIMIANO, 2006).
    Se levarmos em consideração de que o planejamento estratégico é essencial para uma organização se sobressair das demais, e de que as empresas de menores porte ou familiares estão abrindo mão deste fator importante, podemos dizer que estamos diante de uma dicotomia? Ora, as organizações menores ou familiares, enfrentam um grave problema sócio cultural dentro delas, trazendo para seu interior uma administração de extrema unilateralidade e egocentrismo, onde o planejamento estratégico passa desapercebido e, os resultados esperados não tem mensuração e acabam não se materializando dentro de um processo de gestão. Em um cenário empresarial cada vez mais complexo e turbulento, a necessidade de se planejar o futuro e profissionalizar os processos gerenciais aumenta substancialmente.
    Possuir um comportamento estratégico definido é questão de sobrevivência para uma pequena empresa. Quanto menor a empresa, mais importante é a estratégia. Isso se deve à alta sensibilidade das PMEs às variações do mercado (PORTER, 1995, apud HAYASI, NAKAMURA e ESCRIVÃO FILHO, 1995). Diante de relatos e citações de que o planejamento estratégico é funcional e atrai resultados interessantes nas empresas, não podemos ignorar de maneira alguma uma opção de se planejar estrategicamente, mas, em contrapartida as empresas menores, trazem consigo a maneira empírica de se administrar, podemos citar que não existe um modelo certo ou errado, mas se soubermos aliar a teoria junto a pratica, podemos ter a certeza de ceifar resultados melhores do que os que não planejam. Sua usabilidade de início, ira causar impactos excêntricos dentro da funcionalidade sócio cultural da organização, mas com pulso firme e destreza na sua aplicabilidade o resultado será satisfatório dentro de seu Planejamento Estratégico.

    Felipe Biazotto Azoli.
    8º Semestre Administração.
    Uniesp / Tietê.


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  147. A implantação do planejamento estratégico é essencial para toda e qualquer empresa, vemos isso diante deste artigo. Porém as dificuldades encontradas na implantação em médias e pequenas empresas são notáveis, pois geralmente estas organizações são mais centralizadoras e de forte cultura do que outras; no entanto, devido ao mercado estar cada vez mais competitivo, é de suma importância a utilização de um planejamento ideal de acordo com as necessidades de cada empresa, pois o mesmo trará para a organização os diferenciais e as vantagens competitivas, dando-lhes sustentação e solidez no mercado.

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  148. Diante ao artigo, ressalta que as grandes mudanças que as organizações tem encontrado atualmente, sejam elas na economia ou na politica, mostram que com extrema importância devem estar preparadas para se deparar com imprevistos, e ter uma atitude rápida com sua tomada de decisão, para estar chegando ao objetivo almejado com maior numero de certeza.
    Com isso, demonstram a necessidade e a importância de um planejamento estratégico dentro das organizações, não importante se for de porte pequeno ou grande. Pois será por meio dele que poderá realizar um o acompanhamento de perto das mudanças e evitar qualquer tipo de incertezas, ou duvidas.
    Por meio deste planejamento, poderá ser elaborados planejamentos para o futuro das organizações, auxiliando nas tomadas de decisões, e também dará métodos e meios com finalidade de se alcançar ou chegar ao objetivo almejado.
    Essa ferramenta também servirá como uma vantagem competitiva pois poder identificar oportunidades e ameaças, no mercado atuante.
    Porem com um planejamento bem elaborado, e correto, colocara as organizações um passo a frente das demais.

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  149. É algo muito interessante ver um pequeno mercado sobrevivendo em meio a tantos outros gigantes em tamanho e marca. O que está em jogo às vezes não são somente o preço e a questão da localização, e sim o costume das pessoas que estão à volta do pequeno empreendimento. Um grande empreendimento luxuoso tem seus custos elevadíssimos fora o alto investimento com a climatização e o layout, tudo isso justifica a grande freguesia conquistada. Mas qual a razão por traz da sobrevivência das pequenas unidades? A resposta está na simplicidade. Algumas pessoas optam por frequentar ambientes simples onde o produto também tem a qualidade e preço atrativo. Pode-se dizer que há uma cultura gerada entre este negócio e seus clientes e se uma reforma for feita, uma mudança geral, talvez isso possa ser fatal para a continuidade da organização em função da quebra desse vínculo. Uma boa medida estratégica seria uma pesquisa de campo para saber a opinião das pessoas, qual a visão que elas têm do negócio, ou seja, um bom planejamento estratégico tem que levar em consideração a opinião dos clientes também.

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  150. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO: A IMPORTÂNCIA E AS DIFICULDADES DAS PEQUENAS EMPRESAS EM ADOTAR UM PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ADEQUADO

    O Planejamento Estratégico é uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento organizacional, sendo ela Industria/Comercio. Essa ferramenta auxilia no crescimento da organização, trazendo benefícios com um crescimento mais competitivo no mercado.
    As pequenas e medias empresas estão cada vez mais se preocupando em ser o primeiro no mercado, estão sendo mais competitivo, só que nem sempre tem conhecimento dessa ferramenta ou se tem não conhece os benefícios que a mesma fornece. É nítido percebermos que são poucas as empresas de pequeno e médio porte que tem interesse pelo Planejamento Estratégico, talvez pela Administração de séculos passados que são mais centralizadoras ou que acreditam que não é necessário o uso da mesma.
    Concluí – se que as empresas como um todo precisa implantar o Planejamento Estratégico para que haja maior crescimento, desenvolvimento, identificar o que está sendo executado de maneira inadequada e assim adquirem uma competitividade e sendo até o primeiro no mercado de trabalho.

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  151. Em relação ao texto, PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO: A IMPORTÂNCIA E AS DIFICULDADES DAS PEQUENAS EMPRESAS EM ADOTAR UM PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ADEQUADO, o planejamento estratégico tornou-se uma ferramenta de gestão empresarial amplamente utilizada pelas organizações.
    As pequenas empresas possuem um papel importante na economia brasileira, porém, um problema constante nas pequenas empresas e a sua incapacidade no que diz respeito a decisões estratégicas. O planejamento estratégico auxilia a pequena empresa a manter seu foco no que realmente é importante para ela.
    A elaboração do planejamento estratégico na pequena empresa vai depender de uma primeira analise sobre a realidade que a empresa se encontra, sobre suas limitações e características, e após essa analise, o pequeno empresário vai encontrar-se mais propenso a elaborar as estratégias necessárias (TERENCE, 2002).
    Seguindo essa linha de raciocínio, pode-se notar que mesmo que as pequenas empresas desconheçam a técnica do planejamento estratégico, elas ainda concordam que a utilização de ações estratégicas trazem benefícios para a empresa. No mundo dos negócios onde a concorrência esta cada vez mais acirrada, estimulada pela globalização, proporcionada pela internet onde o seu concorrente pode estar no outro lado do mundo, rompendo à barreira da regionalidade, assim, a elaboração de estratégias por parte dos pequenos empresários torna-se necessário, a empresa necessita cada vez mais ser competitiva e saber agir sobre o ambiente ao invés de só reagir. A pró-atividade gerada pela utilização de ações estratégicas torna-se um ponto forte para a sobrevivência da pequena empresa no mercado atual.


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  152. O planejamento Estratégico é um instrumento precioso para qualquer organização, permitindo identificar metas e objetivos, traçando sua missão, visão, valores, conhecendo as oportunidades e ameaças que a cerca, os seus pontos fortes e fracos, configurando a situação atual da organização, com profundidade e clareza, construindo assim uma base sólida de informações para tomada de decisão, no presente, com base no passado e projetando o futuro.
    Um planejamento estratégico bem definido, bem elaborado e compartilhado com toda a organização, fortalece o posicionamento da empresa no mercado, além de permitir uma efetiva transformação organizacional para melhor.
    O planejamento estratégico irá nortear no ponto de vista administrativo, desenvolvendo ações que levarão a organização ao cumprimento de suas metas e objetivos, com auxílio de ferramentas favoráveis, determinadas no processo de planejamento estratégico, busca se proteger de possíveis ameaças e detectar oportunidades.

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  153. O planejamento Estratégico é um instrumento precioso para qualquer organização, permitindo identificar metas e objetivos, traçando sua missão, visão, valores, conhecendo as oportunidades e ameaças que a cerca, os seus pontos fortes e fracos, configurando a situação atual da organização, com profundidade e clareza, construindo assim uma base sólida de informações para tomada de decisão, no presente, com base no passado e projetando o futuro.
    Um planejamento estratégico bem definido, bem elaborado e compartilhado com toda a organização, fortalece o posicionamento da empresa no mercado, além de permitir uma efetiva transformação organizacional para melhor.
    O planejamento estratégico irá nortear no ponto de vista administrativo, desenvolvendo ações que levarão a organização ao cumprimento de suas metas e objetivos, com auxílio de ferramentas favoráveis, determinadas no processo de planejamento estratégico, busca se proteger de possíveis ameaças e detectar oportunidades.

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  154. Toda empresa deseja crescer no mercado, mas para alcançar o sucesso as organizações precisam de um planejamento adequado. Porém, para que isso ocorra é necessário que a empresa elabore estratégias para que as metas e os objetivos sejam satisfatoriamente alcançados. O que não é comum acontecer nas pequenas empresas. Infelizmente o planejamento estratégico é utilizado muitas vezes somente pelas grandes empresas.
    Se toda empresa utilizasse tal recursos muitas delas poderiam alcançar resultados jamais esperados por elas. O que falta muitas vezes nas pequenas empresas é organização. Muitas empresas são familiares e as vezes para se convencer o dono ou os sócios a mudar o jeito das coisas, é uma tarefa complicada.

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  155. Podemos perceber na maioria das pequenas empresas há ainda uma certa resistência em usar ferramentas de Planejamento Estratégico na Organização, principalmente em empresas familiares e centralizadoras. É muito importante o Planejamento Estratégico em qualquer porte, seja empresa multinacional, ou a pequena empresa.
    Vejo o conservadorismo dos donos um grande obstáculo para aplicação do planejamento estratégico em pequenas empresas. Como convencer os donos conservadores a aplicar o Planejamento Estratégico nas empresas?
    Atualmente, órgãos como o SEBRAE auxilia os micro-empreendedores a organizar a empresa e aplicar o planejamento estratégico. Há também consultores empresariais que também apoiam os empreendedores que tem dificuldades em aplicar o Planejamento Estratégico na empresa, e outros órgãos como Associações Comerciais e órgão de defesa do comércio e serviços, que muitas vezes ministram cursos e palestras com o tema planejamento estratégico para empreendedores.
    Acredito que o Planejamento Estratégico uma ferramenta de extrema importância para a pequena empresa para formulação dos objetivos e metas, e crescimento da empresa, e a resistencia de proprietários centralizadores é ainda uma barreira para ser superada nas organizações rumo ao desenvolvimento.

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  156. Como explicado no artigo, o Planejamento Estratégico é um processo de extrema importância dentro das empresas de grande, médio e pequeno porte.
    Um planejamento bem elaborado impulsiona a empresa na direção correta, evitando situações difíceis e aponta oportunidades e melhorias para um futuro promissor. Como o objetivo é o crescimento e desenvolvimento, tanto a liderança como os outros segmentos e todos os seus colaboradores têm que conhecer e envolver-se com o projeto.
    O processo estratégico dentro da empresa tem que ser contínuo, com foco na organização. Ele auxiliará a utilizar os pontos fortes trazendo destaque e progresso para suas atividades e apontará os fracos, ajudando a eliminar problemas futuros.
    Assim sendo, todas as empresas deveriam elaborar e aplicar um planejamento estratégico, mas infelizmente isto não ocorre em 100% das empresas.

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  157. O Planejamento estratégico visa direcionar as empresas para conquistar seus objetivos de forma profissional e monitorada.
    As empresas principalmente as micros e as familiares ainda tem dificuldades para aceitação e até mesmo para a implantação de uma planejamento estratégico, pois é necessário conhecimento técnico e investimento no capital intelectual por parte dessas empresas, onde como já falamos em sala muitos empresários que conhecem o negocio que estão, acham que seria desnecessário ou um custo sem retorno o investimento para tal fim.
    Analisando o contexto, o ideal seria para essas empresas começarem seus planejamentos de curto prazo, menos complexos para conseguir medir sua eficacia e poder com o tempo desenvolver planejamentos mais complexos e de longo prazo.

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  158. Artigo: Planejamento Estratégico: a importância e as dificuldades das pequenas empresas em adotar um planejamento estratégico adequado.

    Conforme cita nosso caro amigo João, concordo com os fatos relatados, infelizmente o Planejamento Estratégico ainda é uma ferramenta desconhecida pelos microempresários, onde suas culturas falam mais alto, e nesse sentido criam barreiras para melhorias dentro de suas empresas, ou seja, um verdadeiro desafio aplicar o PE (Planejamento Estratégico) dentro de suas empresas. Voltando para nossa região, devido a cultura muito forte, inibi qualquer possibilidade de transformação no seu meio, e difícil introduzir essa visão de PE para os mesmos, infelizmente só veem o quão estavam errados, a partir do momento que entra em queda suas empresas. Fatos estes muito comum em nossa região, e mesmo assim, os microempresários não tem atitude, esperam acontecer para depois agir.

    Por: Michael S. Carvalho

    http://mcarvalho06.blogspot.com.br/

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  159. O Planeamento Estratégico nas pequenas empresas é de estrema importância e podemos ressaltar sobre isso que quando a pequena empresa consegue estabelecer sua visão, elaborar a sua missão, realizar a análise interna e externa, projetar metas e objetivos futuros, traçar e implementar estratégias e planos, controlando-os, estará desenvolvendo o planejamento estratégico de uma forma fragmentada e mais fácil, pois, quando se fala em planejamento estratégico pensa logo em uma técnica de gestão elaborada e gigantesca, o que por muitas vezes, faz com que o empresário acredite que a sua implantação seja impossível, já quando fragmentados em norteadores a utilização se tornam mais sutil e fácil.

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  160. O planejamento estratégico é a ferramenta determinante, para adotar medidas decisivas na condução das atitudes em relação ao seu plano, aumentando a probabilidade de atingir seus objetivos estratégicos. O planejamento requer uma estratégia própria, isto é, uma visão de como a empresa precisa funcionar hoje e o planejamento para o futuro é feito com base em uma visão do futuro e mais importante ainda, uma estratégia para chegar lá. Muitos empresários não gostam de perder tempo para planejar e, devido ao descaso, muitas empresas acabam fechando logo após a abertura, e esquecendo-se que planejamento é um processo contínuo dentro da empresa. Talvez a falta da prática de planejamento nas pequenas e médias empresas seja um problema cultural, onde ainda impera no meio empresarial o ‘’jeitinho brasileiro’’ de fazer as coisas.

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  161. O artigo "PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO: A IMPORTÂNCIA E AS DIFICULDADES DAS PEQUENAS EMPRESAS EM ADOTAR UM PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ADEQUADO" nos mostra a real importância de se haver um Planejamento Estratégico dentro das organizações.
    Atualmente enxergamos uma economia que tem passado por mudanças drásticas, e o fator concorrência sempre haverá no mercado. A necessidade de estabelecer metas, objetivos, e realizar um planejamento estratégico justamente contribuirá para o sucesso da organização e para que ela venha ter o feedback e a lucratividade esperada.
    É uma ferramenta muito importante para ter a visão maximizada e estabelecer diretrizes para que alcance os objetivos de forma eficaz e alavancando seu capital.
    Nas pequenas empresas ainda existem empresários com uma visão centralizadora e que necessitam mudar sua cultura e ampliar sua visão para o PE, podendo assim buscar novos recursos e atingir seus objetivos de forma que traga benefícios a sua organização.

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  162. O planejamento representa uma ferramenta necessária e indispensável a uma organização a fim de prevenir as incertezas através de técnicas e processos administrativos que permitem o planejamento do seu futuro, a elaboração de objetivos, estratégias, métodos e ações. Neste sentido, o planejamento estratégico significa o ponto de partida na administração estratégica das organizações independente do seu tamanho e tipo. Atualmente, as organizações empresariais estão inseridas em um ambiente complexo, onde tudo está mudando rapidamente, apontando a necessidade de estratégias coerentes e mais agressivas. Pode se perceber que com a crescente globalização de mercados e o aumento da concorrência, que o planejamento estratégico contribui nas micro e pequenas empresas proporcionando desafios através de objetivos traçados, da visão que apresenta um forte fator motivacional e a missão que é uma boa ferramenta para explicar o que a empresa pretende fazer. Isto pode acarretar resultados positivos, tais como rentabilidade, inovação, criação e manutenção de vantagem competitiva, os quais são elementos indispensáveis à sobrevivência em longo prazo, que é a realidade dos dias de hoje.

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  163. As pequenas empresas devem adotar um Planejamento Estratégico como ferramenta de suporte que dará auxilio de forma efetiva a gestão empresarial. Isso pode se dar através de documentos e formulários na captação de informações para analisar todo o ambiente em que a empresa está inserida. A partir disso será desenvolvido uma base estratégica lógica voltadas aos objetivos do negócio. Uma solução que tem aparecido para as pequenas empresas é firmar parcerias com órgãos governamentais como SEBRAE entre outros.
    Apesar de reconhecermos as dificuldades que enfrentam as pequenas empresas para viabilizar seus negócios, estas fazem parte das análises decisivas no Planejamento Estratégico, para ajustar o necessário de se fazer com o que é possível fazer.

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  164. O planejamento estratégico é de suma importância para qualquer organização, mais isso se agrava nas pequenas empresas ate por que muitas delas têm a sua estrutura organizacional focada no lado mais burocrático e da cultura familiar, onde diretores se limitam nas tendências mundiais e atuais e em novas mudanças e preferem ficar traçar metas no que ele acha conveniente naquele momento.

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  165. O planejamento estratégico como conhecido já em sala de aula e experiencias profissionais é uma ferramenta que permite a organização uma linha a seguir conforme ela vai se desenvolvendo, como diversos colegas citaram a muita dificuldade de implementação do planejamento pois a cultura e costumes do empresario barram de certa forma este pensamento, de certa forma eu discordo dos colegas, pois o empresario possui vasta experiencia em seu ramo na maioria das vezes algo que construíram a sua vida toda, desta forma ele pode não ter um planejamento estratégico da forma que conhecemos em sala de aula, com gráficos, diagramas, mais pela experiencia vivida ele possui tudo em seu controle, basta nos administrares auxiliar estes empresários na utilização destas ferramentas e o quanto que ela pode auxiliar no conhecimento que ele já obtêm.

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  166. O planejamento estratégico atualmente se tornou uma necessidade principalmente nas pequenas empresas, pois essas organizações precisam de ferramentas de gestão que sejam capazes de promover o crescimento empresarial e garantir a sobrevivência nesse mercado cada vez mais competitivo.O planejamento estratégico é importante para implantar organização, direcionamento e controle; maximizar seus objetivos; minimizar suas deficiências e proporcionar a eficiência. As pequenas empresas nos dias atuais vêm aumentando,principalmente em período de crise, destacando-se na absorção do contingente da força de trabalho e nos aspectos econômicos. As organizações necessitam ter planejamento adequado, que funcionem, precisando ainda elaborar estratégias que resultem no cumprimento de metas e objetivos estabelecidos. Com o crescimento das pequenas empresas é muito importante que elas tenham conhecimento de que o planejamento estratégico é fundamental para o sucesso organizacional.

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  167. Baseado no artigo "PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO: A IMPORTÂNCIA E AS DIFICULDADES DAS PEQUENAS EMPRESAS EM ADOTAR UM PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ADEQUADO"

    Num cenário competitivo como vivemos nos dias de hoje, pode-se destacar o planejamento estratégico como uma ferramenta essencial para o sucesso das organizações. Essa ferramenta visa direcionar a empresa no melhor caminho para alcançar os resultados esperados e gerar vantagens competitivas no mercado.

    Como pode-se analisar, na grande maioria dos comentários supramencionados pelos nobres colegas, é uma ferramenta melhor sucedida em empresas de médio a grande porte, nas menores e/ou familiares já é difícil de resultados positivos pelo fato da cultura não se adequar as doutrinas da ferramenta. Comumente a implantação dessa ferramenta não é aderida nessas empresas ou não obtém resultados objetivados.

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